Economistas criticam duramente a decisão do presidente Michel Temer de manter o reajuste dos servidores federais em 2019 e também o do Judiciário, este último em acordo fechado com o STF (Supremo Tribunal Federal).

Nesta quarta-feira (30), Temer fechou um acordo com o STF (Supremo Tribunal Federal) concedendo o reajuste de 16,38% para o Judiciário federal em troca do fim do auxílio-moradia. Posição foi contrária a equipe econômica queria adiar o reajuste dos servidores federais para 2020 para garantir a maior parte dessa economia (R$ 6,9 bilhões, em 2019).

Os reajustes —de 4,75% a 6,65%— foram negociados em 2015, mantidos por Temer quando assumiu a Presidência e programados para os anos seguintes. São beneficiadas 23 carreiras.

Cálculos de técnicos da Câmara dos Deputados indicam que o acordo acarretará mais R$ 930 milhões somente com despesas decorrentes do aumento salarial para juízes.

A conta pode chegar a R$ 1,1 bilhão considerando servidores do Executivo com rendimentos atrelados ao teto do Supremo. Com o reajuste, esse patamar passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil.

O Judiciário convenceu o presidente de que o aumento salarial poderia ser compensado pelo fim do auxílio-moradia de R$ 4.377 para os juízes.

Flávia Lima e William Castanho – Folha de S.Paulo

 

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