Dony De Nuccio e Sandra Annenberg no comando do “Jornal Hoje”, que ganhou audiência após mudança (Imagem: Reprodução / Globo)

As mudanças na programação da Globo seguem a todo vapor. Na “surdina”, a emissora espichou o “Jornal Hoje” – embalado pela repercussão do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, Minas Gerais –, encurtou “O Álbum da Grande Família” e ampliou o “Vale a Pena Ver de Novo”; o novo cenário alterou a audiência de tais atrações, na terça-feira (29).

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Com a ampliação – indo das 13h20 às 14h15 –, o “Jornal Hoje” equiparou seus índices aos do “SP1”: o jornal local de César Tralli marcou 12,8 pontos, com 13,7 de pico e 29,4% de share (das 12h02 às 12h54); o noticiário de Dony De Nuccio e Sandra Annenberg consolidou 12,7 pontos, com 13,3 de pico e 26,7% de share. Entre os dois, o “Globo Esporte” (12h55 às 13h19): 11,4 pontos, com 12,9 de pico e 24,6% de share.

Em contrapartida, “O Álbum da Grande Família”, mais curto, perdeu audiência. A série bateu recorde negativo: 10,5 pontos, com 11,6 de pico e 23,2% de share, das 15h55 às 16h23. “Cordel Encantado”, mais comprida, também obteve índices aquém do habitual: 13,4 pontos, com 15,9 de pico e 26,9% de share, entre 16h24 e 17h50.

Pela manhã, o “Bom Dia São Paulo” e o “Bom Dia Brasil”, alvos recentes de “intervenções” da emissora, seguem bombando. Das 6h00 às 7h58, o “BDSP” alcançou 7,7 pontos, com 8,9 de pico e 40,3% de participação no número de televisores ligados (share). Logo após, o “BDB”, entre 7h59 e 9h02, arrebatou 8,9 pontos, com 9,7 de pico e 36,1% de share.

O telejornal superou todas as outras atrações do período matutino. O “Mais Você”, de Ana Maria Braga, anotou 7,3 pontos, com 8,9 de pico e 25,3% de share (das 9h03 às 10h23); o “Bem Estar” atingiu 6,9 pontos, com 7,3 de pico e 21,3% de share (das 10h24 às 10h52); o “Encontro”, de Fátima Bernardes, assegurou 7,7 pontos, com 11,0 de pico e 21,0% de share (das 10h53 às 12h01).

Globo diminui custos e renegocia com medalhões do jornalismo
A Globo adotou uma nova política para diminuir os custos dentro do seu jornalismo, implicando em contratos de nomes considerados indispensáveis dentro do departamento.

Salários de alguns medalhões da emissora foram renegociados durante as renovações. Há casos em que o corte chegou a 40% e ao mesmo tempo diminuição na carga de trabalho. A informação é do jornalista Fernando Oliveira, da rádio Jovem Pan.

Agora, repórteres considerados “especiais” e que antes trabalhavam diariamente passarão a atuar mais esporadicamente na redação dos telejornais.

Por Duh Secco/RD1/UOL

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