Por Juliana Barbosa/portal Metrópoles

Wilson Dias/Agência Brasil

O ex-deputado pelo PSol Jean Wyllys afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) nunca o tratou como um adversário político, mas como um inimigo. Ele ressaltou, ainda, que não se arrepende de ter cuspido no então deputado federal em 2016 na Câmara, na votação do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

“Não me arrependo de nada, tenho orgulho e tem uma explicação para isso. Vivíamos um momento tenso no país [com a votação do impeachment]. Antes de mim, por ordem alfabética, votou Jair Bolsonaro e ele elogiou um torturador. Para completar, eu proferi meu voto e quando votei ele disse ‘queima rosca’, como se fosse um garoto”, relembrou o ex-deputado.

Após o incidente, Jean Wyllys disse que o fato de Bolsonaro ser “racista” e “defender torturadores” deveria escandalizar mais do que “um cuspe na cara de um canalha”.

Assédio e violência
Ele contou ainda que, quando viu que a fala vinha de Bolsonaro, foi tomado por um transe e aquela foi a reação que teve. “Jamais cuspiria na cara de uma pessoa em condições normais, mas era um acúmulo de xingamentos, de anos de assédio moral, de violência contra mim, de tudo. Naquele dia, foi demais e eu explodi”, revelou.

No programa Conversa com Bial, na noite de quinta-feira (11/4), o ex-deputado disse que uma das razões para ele ter abandonado o mandato foi que teria quatro anos “reativos, e não propositivos”.

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