Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Pouco depois do voto decisivo da ministra Rosa Weber, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou, resignado, com um grupo restrito de pessoas que acompanhavam com ele o julgamento de seu pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF): “Não iam dar o golpe para me deixarem ser candidato”.

A frase foi interpretada por dirigentes e lideranças petistas como uma admissão de que ele estaria fora da disputa eleitoral, embora o PT publicamente insista em manter o discurso sobre a manutenção da candidatura à Presidência, mesmo que o ex-presidente vá para a cadeia.

“Isso foi para tentar tirar o Lula da eleição, mas podemos registrar a candidatura dele, mesmo preso. Acredito que Lula vai ficar pouco tempo na prisão”, afirmou o deputado estadual José Américo Dias (PT). Nota publicada no site da legenda, já na madrugada desta quinta-feira (5/4), dava o tom dessa estratégia. No texto, a sigla destaca “o dia trágico para a democracia”, exalta que a “Constituição foi rasgada” e reafirma a inocência do líder petista (veja abaixo):

Agência Estado

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