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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Repercute no Maranhão prisão da advogada que induziu menor a assumir crime

Repercute no Maranhão prisão da advogada que induziu menor a assumir crime




Quarta-Feira, 20 de novembro de 2013



advogada
Continua repercutindo nas redes sociais de todo o Estado o caso em que se envolveu a advogada Sileda Lopes Araújo (foto), moradora do Conjunto  Cohafuma em São Luis que induziu um menor de 17 anos a se apresentar como autor da morte de Benedito Quintino Santos Neto, morador do bairro do Coroadinho,  ocorrida na sexta-feira passada na avenida dos Franceses, em frente ao Detran.

Na hora em que se apresentou, o menor não resistiu e resolveu contar toda a verdade. Ele não foi o autor do crime e nem conhecia a vítima.
A advogada foi presa no mesmo instante pelo delegado Marcos Antônio Fonseca, que descobriu horas depois que um dos assassinos é constituinte da causídica. Duas pessoas estão sendo procuradas pela polícia como principais autores do homicídio.
Do blog do Luis Cardoso
Advogada é presa por orientar menor assumir homicídio em São Luís

Advogada é presa por orientar menor assumir homicídio em São Luís





Quarta-Feira, 20 de novembro de 2013




Equipe da Delegacia de Homicídios deteve nesta terça-feira, (19), a advogada Cileda Lopes Araújo Bezerra sob a acusação de ter orientado um adolescente para assumir o crime de homicídio que vitimou Benedito Quintino dos Santos, de 21 anos, na última quinta-feira (14), na Vila Palmeira.
De acordo com o delegado Jeffrey Furtado, desde o dia do crime as equipes da Polícia Civil vinham levantando informações para chegar ao paradeiro dos autores.
“Identificamos o autor do crime no mesmo dia e já estávamos deflagrando algumas ações a fim de prendê-los”, informou.
A Polícia Civil chegou até a advogada durante depoimento de um adolescente de 17 anos, que havia se apresentado nesta terça-feira alegando ser o autor do crime. Ele teria sido orientado pela acusada a confessar o crime.
No entanto, no decorrer do seu depoimento os delegados suspeitaram da versão, pois algumas informações do jovem não condiziam com informações levantadas no local do crime.
No decorrer do interrogatório os delegados confirmaram que, na verdade, o jovem havia sido orientado pela advogada a assumir o crime .
“A farsa foi descoberta durante ligação da advogada, questionando o menor se os delegados acreditaram na versão apresentada”, detalhou o delegado.
Em seguida os policiais localizaram a acusada e efetuaram sua prisão em flagrante. A advogada e o adolescente foram conduzidos à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
A advogada foi autuada por corrupção de menor e falsa notificação de crime. O adolescente, que estava sob a guarda do Conselho Tutelar, foi liberado em seguida.
Do GI Portal, com edição CN1

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Acusados de matar advogada continuam foragidos

Acusados de matar advogada continuam foragidos

Por Blog do Gilberto Lima


A polícia ainda não conseguiu localizar Thiago Sousa, de 26 anos, e Vanessa Sousa Mattos, de 24 anos, autores do assassinato da advogada Gêyza Rocha, no dia 19 de novembro. Os dois foragidos estão com prisão preventiva decretada.

Pelas informações do delegado Paulo Hertel, titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Veiculos, acredita que somente a Vanessa continue no Maranhão, talvez em algum município da baixada. Já Thiago, pelas informações passadas à polícia, estaria fora do Estado, provavelmente em Minas Gerais. Segundo o delgado, a polícia vem fazendo incursões em cidades do interior e em outros Estados.

Segundo o delegados eles cometeram latrocínio (roubo seguido de morte), pois além de levarem vários pertences da advogada, também sumiram com o  carro da advogada, que até agora não foi localizado.





De acordo com o delegado, Thiago de Sousa foi identificado em imagens gravadas por uma câmara da casa de um vizinho da vítima, na Rua B, quadra H, no Bairro do Olho d’Água; além de ter sido reconhecido por uma empregada doméstica da advogada.

Vanessa Matos teria sido apontada como suspeita porque ela usou o cartão de Geyza Pires em um salão de beleza, na capital maranhense.

As imagens da câmera, próxima à casa da vítima, mostram Geysa saindo no seu veículo, um Corsa Hatch preto, placa NHL-2808.





Segundo a polícia, Thiago seria apaixonado pela advogada, mas não era correspondido, o que pode ter servido de motivação para o crime.

Outro crime

Thiago Sousa também pode estar envolvido no assassinato da funcionária pública Debra Lobato da Silva, de 47 anos. Ela foi morta no dia 6 de outubro dentro de sua residência, no residencial Granada, na Forquilha, com um profunda facada no pescoço.

Informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser passadas ao Disque Denúncia (98) 3223-5800 (capital) e 0300 313-5800 (interior).

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Polícia pode pedir a prisão de suspeito de matar advogada

Polícia pode pedir a prisão de suspeito de matar advogada

Câmeras de segurança registraram imagens do suspeito na casa da vítima no último sábado.

Por Imirante


Polícia pode pedir a prisão de suspeito de matar advogada
A polícia vai pedir a prisão preventiva do homem suspeito de matar a advogada Gêyza Rocha Pires (foto), de 34 anos. A vítima foi assassinada depois de sair de casa no último sábado (19). O principal suspeito do crime é um amigo da vítima, identificado como Thiago de Sousa. Segundo a polícia, Thiago era apaixonado pela advogada e teria sido rejeitado várias vezes por ela o que teria motivado o crime.


A polícia afirma que Thiago de Sousa foi à casa da vítima duas vezes na noite do desaparecimento e que as imagens das câmeras de segurança do imóvel registraram toda a movimentação.

O corpo de Gêyza Pires foi encontrado em um lixão próximo à Praia de Panaquatira, no município de São José de Ribamar, na noite do último domingo (20) com vários golpes de faca no pescoço e abdômen.

Divulgação

O carro que ela estava usando, além de documentos pessoais e o telefone celular não foram encontrados. Ainda segundo a polícia, um dos cartões de crédito da advogada foi usado em uma loja de São Luís dias após o crime.

A polícia está realizando perícia em objetos pessoais da vítima, e-mails e em conversas que ela teria tido pela internet. Três pessoas já prestaram depoimento sobre o caso, mas o principal suspeito ainda não se apresentou à polícia.