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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Guarda Civil Municipal de Caxias-MA, recupera grades de proteção roubadas de ginásio de esportes e conduz suspeitos à delegacia

Guarda Civil Municipal de Caxias-MA, recupera grades de proteção roubadas de ginásio de esportes e conduz suspeitos à delegacia


Por Portal  CN1

A Guarda Civil Municipal de Caxias, recuperou, na tarde da última sexta-feira (10/7), grades de proteção que foram roubadas do Ginásio Nilson Fonseca Marinho, localizado ao lado da subestação do SAAE no bairro Volta Redonda na cidade de Caxias.
A GCM foi informada do roubo das grades de proteção pela Polícia Militar. "De imediato nos deslocamos para o local e começamos a fazer algumas perguntas para pessoas que trabalham e moram ali por perto, até chegarmos a um galpão de reciclagem. Encontramos todas as grades roubadas no local, conduzimos o responsável pelo galpão e o levamos até os suspeitos do material. Além do responsável pelo galpão, conduzimos mais dois elementos, os que haviam roubado as grades. Foi feito o flagrante por roubo e receptação", destacou o comando da Guarda Municipal.













Polícia Civil do Maranhão prende suspeito de matar a própria tia que acendia velas no túmulo da mãe adotiva dele

Polícia Civil do Maranhão prende suspeito de matar a própria tia que acendia velas no túmulo da mãe adotiva dele


Policiais da Delegacia de Homicídios da cidade de Caxias, a 411 km de São Luís, prenderam, na manhã desse domingo (12), o homem de 29 anos, suspeito de assassinar a própria tia e tentar contra a vida de outra mulher, no momento em que ambas acendiam velas no túmulo da mãe adotiva dele.

A prisão foi em cumprimento a mandado de prisão preventiva, expedido pelo juiz Paulo Afonso Vieira Gomes, da 1ª Vara Criminal de Caxias, em atendimento a representação subscrita pelo delegado Jair Paiva, que comandou a operação.

O crime ocorreu no dia 29 de julho deste ano, no cemitério dos Caldeirões. A vítima foi Maria das Graças de Abreu, de 71 anos, tia do suspeito. Ele também tentou mata Francisca Maria Machado, de 70 anos, também sua tia, que acendia velas no local. 

As mulheres foram agredidas com uso de uma faca e um instrumento contundente, que pode ser um crucifixo.

O suspeito já estava vendendo os pertences da casa para fugir.

Informações Blog do Gilberto Lima 
 Estatuto da Criança e do Adolescente completa 30 anos

Estatuto da Criança e do Adolescente completa 30 anos



No Brasil de 1990, uma em cada cinco crianças e adolescentes estava fora da escola, e uma em cada dez, entre 10 e 18 anos, não estava alfabetizada. A cada mil bebês nascidos vivos no país naquele ano, quase 50 não chegavam a completar um ano, e quase 8 milhões de crianças e adolescentes de até 15 anos eram submetidas ao trabalho infantil.

Para pesquisadores e defensores dos direitos dessa população, o país deu um passo importante para mudar esse cenário naquele ano, quando foi publicado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completa 30 anos hoje (13).

Passadas três décadas, o percentual de crianças e adolescentes fora da escola caiu de 20% para 4,2%, a mortalidade infantil chegou a 12,4 por mil, e o trabalho infantil deixou de ser uma realidade para 5,7 milhões de crianças e adolescentes.

O estatuto considerado parte desses avanços é fruto de um tempo em que a concepção sobre os direitos das crianças e adolescentes mudou no país e no mundo. O coordenador do Programa de Cidadania dos Adolescentes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Mario Volpi, conta que o Brasil participou ativamente das discussões internacionais que culminaram, em 1989, na Convenção Sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), assinada por 196 países.

Mesmo antes de esse acordo ter sido ratificado no Brasil, em 1990, os conceitos debatidos na ONU contribuíram para a inclusão do Artigo 227 na Constituição Federal de 1988. A partir dele, tornou-se "dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão".

Alunos saindo de escola na Estrutural, no Distrito Federal
A partir do ECA tornou-se dever da família, da sociedade e do Estado assegurar com "absoluta prioridade" direitos essenciais - Marcelo Camargo/Agência Brasil

Aprovado dois anos depois da Constituição, o ECA parte do Artigo 227 e consolida todo o debate que o antecedeu, declarando crianças e adolescentes sujeitos de direito, aos quais devem ser garantidas a proteção integral e as oportunidades de desenvolvimento em condições de liberdade e de dignidade.

"Foi um processo muito complementar. Em 1988, a Constituição. Em 1989, a Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU. E, em 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente. Existe um alinhamento conceitual bastante coerente nesses três documentos jurídicos que estabeleceram essa mudança bastante radical na forma como a infância passa a ser vista pelo país", explica Volpi. "O ECA é considerado uma das melhores leis nacionais que traduzem a Convenção sobre os Direitos da Criança, e foi usado como referência para a maioria dos países latino americanos, uma referência histórica".

A mudança conceitual destacada pelo coordenador do Unicef se dá em relação ao Código de Menores, de 1979. Volpi explica que o texto anterior, revogado pelo ECA, estava inteiramente concentrado na repressão a crianças e adolescentes em situações irregulares, como crianças órfãs, pobres, em situação de rua ou em conflito com a lei.

"Existia uma visão de que, para toda a situação de irregularidade nas pessoas menores de idade, deveria haver uma ação repressiva do Estado para proteger a sociedade", resgata Volpi. "Criou-se essa divisão entre as pessoas com menos de 18 anos conhecidas como crianças e adolescentes, porque estavam em situação de normalidade, e as que eram chamadas de menores, que era como se referiam a uma criança pobre, desvalida. Ninguém dizia que tinha em casa dois menores, dizia que tinha duas crianças ou dois filhos. Mas, quando se referiam às famílias das crianças mais pobres, diziam que a família tinha dois menores".

Medidas socioeducativas
Ao substituir o Código de Menores na legislação brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente mudou a Doutrina da Situação Irregular para a Doutrina da Proteção Integral, que distribui a toda a sociedade a responsabilidade por assegurar os direitos das crianças e adolescentes com prioridade absoluta, citando explicitamente que esse é um "dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público".

A mudança produziu transformações, mas não apagou a mentalidade enraizada no Código de Menores. "Não fizemos ainda uma total mudança das práticas sociais. A lei veio trazendo novas visões, mas a prática social demora muito mais para mudar do que a lei. Nesses 30 anos, houve um grande trabalho de divulgação da lei, de conhecimento, de aplicação, de mudanças positivas, mas existe uma parcela da sociedade que resiste em entender esse conceito de infância como um sujeito de direito", avalia Volpi, que usa como exemplo o sistema de medidas socioeducativas para crianças e adolescentes em conflito com a lei, apesar de ponderar que há boas experiências no país.

"O país não fez ainda um investimento significativo para transformar o que era esse sistema penal de crianças e adolescentes em um sistema educativo", afirma ele, que lembra que o objetivo das medidas socioeducativas é afastar das práticas criminais os cerca de 26 mil adolescentes que cumprem medidas socioeducativas atualmente no país, e que, para isso, precisam melhorar sua escolaridade, capacitação profissional e seu modo de se relacionar e respeitar outras pessoas. "O sistema socioeducativo está muito focado em punir os adolescentes pelo ato cometido, mas essa é só uma dimensão".

Para o coordenador da Infância e Juventude da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Rodrigo Azambuja, o ECA sofreu duas crises, ao longo de seus 30 anos: uma de implementação de suas políticas por parte dos governos e outra de interpretação de suas regras por parte dos juristas e da Justiça, de modo a sonegar direitos.

Azambuja também é coordenador da Comissão Especializada de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Nacional dos Defensores Públicos-Gerais (Condege) e contesta a ideia de que as medidas socioeducativas são insuficientes porque têm menor duração temporal.

"Nas questões policiais, o ECA muitas vezes é visto como sinômimo de impunidade. Mas as pessoas que falam isso são adultas, e não se lembram de como o tempo é relativo e passa de maneira diferente para as crianças e adolescentes. Se você se imaginar com 12, 13 ou 14 anos, longe da sua mãe e preso, o quão infernal isso poderia ser? Esses meninos são bem responsabilizados, mas isso adequado à realidade e idade deles".

Apesar das dificuldades, o ECA também serviu de instrumento para reivindicar direitos para esses adolescentes, lembra ele, citando a decisão do Supremo Tribunal Federal que obrigou, no ano passado, o estado do Rio de Janeiro a soltar adolescentes apreendidos em unidades superlotadas, até que se atingisse a lotação máxima de 119% da capacidade de internos. Azambuja também cita que, durante a pandemia de covid-19, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro cobrou que o governo do estado garantisse educação à distância aos adolescentes apreendidos e videochamadas com as famílias.

"As unidades deveriam se assemelhar a escolas, mas ainda vemos esses espaços como pequenas prisões, com todos os malefícios que isso gera, como uma subcultura criminal, incutindo neles o ideal de que são perigosos, prisioneiros, e moldando a personalidade deles de acordo com essa ideia, o que contraria toda a lógica do Estatuto da Criança e do Adolescente", analisa o defensor.

Vinícius Lisboa/Agência Brasil
Câmara pode votar projeto de indenização a profissionais de saúde incapacitados pela Covid-19

Câmara pode votar projeto de indenização a profissionais de saúde incapacitados pela Covid-19


Câmara dos Deputados. Foto: Pablo Valadares/Agência Brasil
O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar na terça-feira (14) as emendas do Senado ao Projeto de Lei 1826/20, que concede indenização aos profissionais de saúde incapacitados pela Covid-19. O texto foi aprovado pela Câmara em maio.

De acordo com a proposta, dos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Fernanda Melchionna (Psol-RS), os profissionais e trabalhadores de saúde que atuam na linha de frente do combate à doença receberão da União compensação financeira de R$ 50 mil se ficarem incapacitados devido à doença. Os dependentes também recebem caso o profissional morra de Covid-19.

Uma das emendas dos senadores inclui novas categorias que terão direito à indenização, como fisioterapeutas, nutricionistas, profissionais que trabalham com testagem nos laboratórios de análises clínicas, trabalhadores dos necrotérios e coveiros, e todos aqueles cujas profissões sejam reconhecidas pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) e que atuam no Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Agricultura familiar
Também está na pauta o PL 735/20, do deputado Enio Verri (PT-PR) e outros, que estabelece várias medidas para ajudar agricultores familiares durante o estado de calamidade pública relacionada ao coronavírus. O texto prevê benefício especial, recursos para fomento da atividade e prorrogação de condições para o pagamento de dívidas.

Segundo o substitutivo preliminar do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), poderão ter acesso às medidas propostas os agricultores e empreendedores familiares, os pescadores, os extrativistas, os silvicultores e os aquicultores.




O agricultor que não tiver recebido o auxílio emergencial de R$ 600,00 poderá receber do governo federal parcela única de R$ 3 mil. Já a mulher provedora de família monoparental terá direito a R$ 6 mil.

Os requisitos são semelhantes aos do auxílio emergencial: não ter emprego formal; não receber outro benefício previdenciário, exceto Bolsa Família ou seguro-defeso; e ter renda familiar de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar total de até três salários mínimos.

Minha Casa, Minha Vida
Outro item que pode ser votado é o Projeto de Lei 795/20, dos deputados Professor Israel Batista (PV-DF) e Helder Salomão (PT-ES), que suspende os pagamentos mensais de beneficiários do programa residencial Minha Casa, Minha Vida por 180 dias.

Segundo o substitutivo preliminar do deputado Gutemberg Reis (MDB-RJ), a medida será para os mutuários da faixa 1, com renda familiar mensal de até R$ 1,8 mil, cujo financiamento usou recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) ou do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS).

Natureza alimentar
Os deputados podem votar ainda o Projeto de Lei 2801/20, que considera de natureza alimentar o auxílio emergencial de R$ 600,00.

De autoria dos deputados Alexandre Leite (DEM-SP), Luis Miranda (DEM-DF) e Efraim Filho (DEM-PB), o projeto conta com parecer preliminar do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) que proíbe a penhora ou qualquer tipo de bloqueio judicial, exceto em ações de pensão alimentícia até o limite de 50%.

O substitutivo estende as mesmas regras a outros tipos de benefícios sociais que consistam em distribuição direta de renda, como o Bolsa Família.

Agência Câmara
70 pessoas são presas por participação em rinha de galo no Maranhão

70 pessoas são presas por participação em rinha de galo no Maranhão


Material apreendido em local de rinha de galo em Grajaú, no Maranhão — Foto: Divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil prendeu 70 pessoas que participavam de rinhas de galo em Grajaú, a cerca de 615 km de São Luís. No local haviam organizadores, criadores de animais, apostadores e espectadores, inclusive de outros estados e municípios.

A operação foi realizada na tarde desse sábado (11) na Chácara São Jorge, dentro do Povoado São Raimundo. Ao todo, 80 aves foram resgatadas e entregues aos cuidados da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Grajaú. Várias apresentavam sinais de mutilação.

A polícia também apreendeu esporas, biqueiras de aço, jaulas, bolsas de transporte, seringas, serras, gaiolas, ringues e 15 veículos.

Todos os presos foram autuados por crime ambiental e por promoverem aglomeração de pessoas, devido a pandemia da Covid-19.

Fonte; G1 MA



  Proteja seus olhos do sol: Dr. Francisco Magalhães, Médico Oftalmologista do CMAC, para uma visão saudável, explica

Proteja seus olhos do sol: Dr. Francisco Magalhães, Médico Oftalmologista do CMAC, para uma visão saudável, explica


Dr. Francisco Magalhães, atende todas as terças-feiras no Centro de Medicina Avançada de Chapadinha-MA - CMAC - Marque sua consulta: (98) 99130 7421 | 3471 0990| 1204

É importante que você saiba que usar óculos de sol não é apenas uma questão de gosto pessoal ou estilo. Quando escolhidos adequadamente, eles ajudam a proteger a retina das radiações solares e de uma série de problemas de visão, inclusive a catarata.

Na hora de comprar seus óculos, atenção! Verifique se o modelo tem um selo de qualidade garantindo que suas lentes protegem a visão adequadamente contra os raios ultravioletas. Evite aqueles que não têm essa garantia, porque usá-los traz mais prejuízos do que benefícios.

Um erro bem comum é acreditar que os óculos são necessários apenas no verão. Isso não é verdade, já que durante o inverno os olhos também estão sujeitos à exposição aos raios ultravioletas, portanto, suscetíveis a agressões.

Fonte: RetinaPro




sábado, 11 de julho de 2020

Perdeu! Assaltante de ônibus é cercado por populares e preso pela PRF na BR-135 no Maranhão

Perdeu! Assaltante de ônibus é cercado por populares e preso pela PRF na BR-135 no Maranhão



Portal  CN1, com informações da PRF

Faca usada no roubo ao coletivo - Foto/Divugação: PRF
Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam no final da manhã deste sábado (11/7), no km 4 da BR-135, em São Luís, um assaltante de ônibus, que acabara de subtrair a renda de um coletivo que fazia linha na BR-135.

O rapaz entrou no ônibus apenas para cometer o assalto. Ele subiu no sentido decrescente do km 5, próximo da antiga Oleama, e desceu um quilômetro depois, na Vila Esperança, um pouco antes do Funil. De acordo com os levantamentos policiais, o acusado é morador da Vila Esperança.

Por pouco não foi linchado
Alguns passageiros perceberam a ação do bandido, que mostrou discretamente para a cobradora do coletivo uma faca escondida na cintura e exigiu a renda do veículo. Ela entregou a renda no valor de R$ 44,00 (quarenta e quatro reais). De posse do valor, o rapaz, de 26 anos, desceu do ônibus, sendo logo em seguida cercado por populares após o motorista descer e avisar que o rapaz era um ladrão. Algumas pessoas ensaiaram lincha-lo, mas foram impedidas pelo motorista do coletivo.

No exato momento passava pelo local uma viatura da PRF, que verificou a movimentação fora da normalidade, com várias pessoas aglomeradas e parou para ver do que se tratava.

Os policiais algemaram o assaltante e, após coloca-lo na viatura, entrevistaram a vítima, que detalhou o ocorrido, mencionando que foi abordada pelo acusado que a ameaçou com uma arma branca e que em seguida ele retirou dinheiro do caixa do ônibus na quantia de R$ 44,00 (quarenta e quatro reais).

A equipe utilizou-se de algema, devido a agitação do indivíduo, para evitar risco de fuga e risco a integridade física do próprio acusado e de terceiros. 

Ele foi encaminhado para a delegacia de polícia civil na Cidade Operária para as providências que o caso requer.

Emergência ligue 191
Fruto de emenda de Juscelino Filho, Codevasf autoriza pavimentação em Lago da Pedra-MA

Fruto de emenda de Juscelino Filho, Codevasf autoriza pavimentação em Lago da Pedra-MA


As obras, que devem começar nos próximos dias, custarão quase R$ 2,2 milhões. Os recursos foram garantidos em uma emenda de autoria do deputado federal Juscelino Filho.

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) assinou, na última segunda-feira (6), a Ordem de Serviço para início da pavimentação asfáltica de diversas ruas em Lago da Pedra (MA). Os recursos, de quase R$ 2,2 milhões, são fruto de uma emenda parlamentar do deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA). A previsão é de que os trabalhos comecem nos próximos dias.

“Esse asfaltamento é de extrema importância para o município e a população. Por isso, estarei em Lago da Pedra para acompanhar o início das obras”, diz. “Soube que teve gente dando a notícia na cidade, fazendo barulho, mas omitindo que os recursos foram garantidos pela emenda de minha autoria. É preciso frisar a verdade: sem a indicação que fiz ao Orçamento, o governo federal não liberaria esse valor”, acrescenta Juscelino Filho.

De acordo com o deputado do Democratas, será autorizado nos próximos dias calçamento de outras 17 vias em Lago da Pedra, no valor de R$ 1,3 milhão. “Vai ter gente querendo fazer cortesia com o chapéu dos outros novamente, mas os recursos também são fruto de uma emenda parlamentar nossa e de toda a atuação junto ao presidente da Codevasf, Marcelo Moreira, com quem me reúno frequentemente”, afirma.

Juscelino Filho reforça, ainda, o compromisso com os lagopedrenses. “Vou continuar atuando por uma vida melhor para a população de Lago da Pedra, em parceria com o prefeito Laércio Arruda e todo o nosso grupo. Esse será sempre o meu compromisso: fazer justo à confiança dos eleitores e honrar a palavra dada e tudo que foi assumido”, finaliza.

Mulher de Queiroz volta para casa e cumprirá prisão domiciliar

Mulher de Queiroz volta para casa e cumprirá prisão domiciliar


STJ concede prisão domiciliar a Fabrício Queiroz e à mulher, Márcia Aguiar, foragida — Foto: Rede Globo
Márcia Aguiar, mulher de Fabrício Queiroz, voltou à sua casa depois de conseguir liberação da Justiça para cumprir prisão domiciliar junto com o marido. A informação foi divulgada pelo advogado do casal, Paulo Emílio Catta Preta.

Márcia estava foragida desde 18 de junho, quando o Ministério Público fez uma operação para prender o casal. Naquele dia, Queiroz foi preso em Atibaia, São Paulo, na casa de Frederick Wassef, que, na época, era advogado da família do presidente Jair Bolsonaro. Queiroz deixou o complexo penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, ontem (10).

A mulher de Queiroz, no entanto, não foi localizada na ocasião e era considerada foragida. Com o benefício da prisão domiciliar concedida ao casal, Márcia já está em casa, no bairro da Taquara, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) informou, por meio de nota, que aguarda o comparecimento de Márcia na Coordenação de Patronato Magarino Torres para para que seja instalada a tornozeleira eletrônica, conforme decisão judicial.

Queiroz é investigado em um esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, quando ele era assessor do então deputado estadual e hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

No dia 18 de junho, o senador Flávio Bolsonaro disse, pelo Twitter, que encarava a prisão do ex-assessor cm tranquilidade e que a verdade iria prevalecer.

Vitor Abdala/Agência Brasil 


    Surto de Covid-19 nas Américas está longe de acabar, dizem cientistas

Surto de Covid-19 nas Américas está longe de acabar, dizem cientistas



Akemi Nitahara/Agência Brasil

Foto: Reuters/José Luis Gonzales/Direitos Reservados / Agência Brasil
Enquanto em vários países europeus os gráficos que acompanham a evolução da pandemia de covid-19 demonstram um controle da doença, ao menos temporário, na América Latina, um estudo do Observatório Fluminense Covid-19 aponta que o momento é de aumento do número de casos e mortes ou uma estabilização em patamares muito elevados no continente.

Dos 15 países da América Latina analisados pelo projeto (não entram no monitoramento do grupo El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras e Nicarágua), o gráfico chamado de semáforo indica que apenas Cuba e Uruguai estão no indicador verde, que significa que o país está “vencendo” a epidemia quanto ao número de casos registrados por semana. Na métrica por número de mortes por semana, o Paraguai também entra no verde.

Estão na cor amarela, que indica “quase lá” no enfrentamento à pandemia, Chile, Equador e Paraguai para novos casos por semana e apenas o Equador para o número de mortes. Todos os outros estão no vermelho para as duas medidas, ou seja, “precisam agir” para controlar a disseminação do novo coronavírus.

Curva epidemiológica
O Observatório Fluminense Covid-19 é formado por cientistas e estudantes de sete instituições de ensino e pesquisa, entre elas a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal Fluminense (UFF).

Integrante do projeto, o professor Americo Cunha, do Instituto de Matemática e Estatística da Uerj, destaca que o gráfico indica uma tendência da pandemia e a cor muda de acordo com o desenho formado pela curva epidemiológica.

“A gente classifica a situação em vermelho, amarelo ou verde de acordo com a forma do gráfico. Quando a epidemia passa, a curva segue um esquema: ela sobe, passa por um platô e depois desce. Não é igual para todos os países, pode ser mais inclinado para esquerda ou para direita, a subida mais lenta ou mais rápida. Se você olhar a curva de Cuba, por exemplo, ela já tem esse formato fechado. Equador está em amarelo porque subiu, desceu, subiu e está estacionado num patamar ainda relativamente alto”.

O número de casos por milhão de habitantes varia muito na região, indo de 212 em Cuba e na faixa de 280 no Uruguai e na Venezuela, até 15.800 no Chile. Panamá e Peru estão na faixa de 9.500 por milhão e o Brasil em 8 mil por milhão.

Em número de mortes, Venezuela e Paraguai registram três óbitos por milhão, a Costa Rica tem cinco e Cuba e Uruguai estão com oito mortes por milhão de habitantes. Na ponta oposta, estão acima de 300 mortes por milhão o Chile, o Peru e o Brasil. Os dados foram consolidados na quarta-feira (8).

Epidemias internas
Cunha explica que a América Latina tem países de tamanhos muito diferenciados, portanto é limitado fazer uma análise abrangente do ponto de vista epidemiológico. De acordo com ele, a métrica global de cada país deve ser levada em conta como uma média das epidemias internas.

“Cada país tem mais de uma única epidemia em curso. O Brasil mesmo tem centenas de epidemias, cada uma com seu curso próprio, algumas onde já está esgotando, outras ainda acelerando. O mesmo panorama acontece na América Latina nos diferentes países. Mas em países muito pequenos, na América Central, no Uruguai, o número global do país é um bom termômetro da situação local”.

Fiocruz
O último boletim do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cris-Fiocruz) sobre o Panorama da Resposta Global à Covid-19 (), divulgado na terça-feira (7), destaca que as Américas são o atual epicentro da pandemia e concentram mais de metade dos mortos e dos casos no mundo, liderados, de longe, por Estados Unidos e Brasil, únicos países que alcançaram a casa do milhão de infectados.

O planeta passa dos 12 milhões de casos confirmados de covid-19 e dos 556 mil óbitos, com Estados Unidos passando de 3 milhões de casos e de 133 mil mortes. O Brasil tem 1,8 milhões de casos e ultrapassou 70 mil mortes, o que corresponde a um estádio do Maracanã lotado.

Sobre América Latina, o boletim alerta que a disseminação da doença continua intensa na América Central, com uma situação um pouco melhor nas ilhas do Caribe e destaca que as medidas precoces adotadas no início da pandemia no continente ajudaram a evitar uma tragédia maior, embora no momento a pressão pela reabertura esteja grande.

“Manter essas medidas não tem sido fácil, principalmente devido ao seu impacto econômico e social. Os governos estão agora sob pressão para diminuir as restrições por razões econômicas e políticas, mesmo com o aumento da transmissão. Nesse sentido, a situação na Colômbia é impressionante”, informa o documento.

Os dados do Observatório Fluminense indicam que a Colômbia está com uma curva crescente no número de casos e de mortes por covid-19. No México, terceiro país com mais mortes no continente americano, o relatório do Cris-Fiocruz destaca a taxa de mortalidade por covid-19 entre crianças está três vezes maior do que nos Estados Unidos, enquanto a capital, Cidade do México, planeja a reabertura.

No Peru, o bloqueio nacional foi suspenso e a quarentena passa a ser nas regiões mais afetadas enquanto o Uruguai reabriu as escolas.

A análise do Cris-Fiocruz aponta que o surto nas Américas pode permanecer com picos pelos próximos dois anos.

“Na ausência de tratamentos eficazes ou de uma vacina amplamente disponível, espera-se que a região das Américas experimente surtos recorrentes da covid-19 nos próximos dois anos, que podem ser intercalados por períodos de transmissão limitada. Nesse sentido, todos têm que se adaptar ao novo modo de vida e redefinir nosso senso de normalidade”.