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sexta-feira, 12 de junho de 2026

    PRF flagra caminhoneiro com CNH falsa durante fiscalização na BR-230 no Maranhão

PRF flagra caminhoneiro com CNH falsa durante fiscalização na BR-230 no Maranhão

 




Portal CN1 News, com informações da PRF/MA 

Foto: Divulgação/PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou um motorista utilizando uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa durante uma fiscalização na noite de quarta-feira (10), no município de Balsas, no Maranhão.

Por volta das 19h30, no km 401 da BR-230, uma equipe da PRF abordou um caminhão para fiscalização de rotina. Durante a verificação, os policiais solicitaram os documentos de porte obrigatório, entre eles o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) e a CNH do condutor.

Ao consultar os sistemas de segurança pública, a equipe constatou que o motorista não possuía habilitação válida e que o documento apresentado era falso.

Questionado pelos policiais, o homem informou que adquiriu a CNH por intermédio de um homem e confessou que nunca realizou qualquer etapa do processo de habilitação. Ele também declarou que já havia utilizado o documento para conseguir empregos anteriormente.

Diante da situação, foi constatada, em princípio, a ocorrência do crime de uso de documento falso. O condutor foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Balsas  para os procedimentos legais cabíveis.
   Morte de maranhense na Itália é investigada como homicídio pelas autoridades

Morte de maranhense na Itália é investigada como homicídio pelas autoridades


Foto: Reprodução/TV Mirante
A maranhense Maria da Conceição Serra Santos, de 51 anos, foi encontrada morta dentro da própria casa no dia 6 de junho, na cidade de Brezzo di Bedero, no norte da Itália. O caso é investigado pelas autoridades italianas como homicídio, e familiares cobram justiça e agilidade na apuração.

Natural do Maranhão, Maria da Conceição morava na Itália havia mais de 20 anos. Ela trabalhava como cuidadora de idosos e vivia no país ao lado do filho, de 22 anos.

Segundo familiares, a vítima foi encontrada sem vida pelo próprio filho ao chegar à residência. A suspeita é de que a morte tenha ocorrido entre a noite de sexta-feira e o sábado.

As circunstâncias do crime ainda não foram esclarecidas, e a Justiça italiana determinou a realização de autópsia, enquanto a polícia isolou o imóvel para a coleta de provas.

Documentos oficiais apontam que foram recolhidos vestígios biológicos, amostras de sangue, material genético e objetos pessoais da vítima. Os investigadores também analisam imagens de câmeras de segurança do condomínio para identificar possíveis movimentações na residência antes da morte.

O caso é acompanhado pelo Consulado-Geral do Brasil na Itália. A família, que vive no Maranhão, aguarda o resultado dos exames periciais e novas informações sobre a investigação.

O irmão da vítima, Nilson Santos, deve chegar a São Luís nesta quinta-feira (12), vindo de Penalva. Segundo a família, ele pretende resolver questões relacionadas ao passaporte e organizar uma possível viagem à Itália para acompanhar o caso.

Além da busca por respostas sobre a morte da irmã, Nilson afirma enfrentar dificuldades para trazer o corpo de Maria da Conceição Serra Santos de volta ao Maranhão. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ele pediu apoio das autoridades e da população para custear o translado.

"Estou gravando esse vídeo aqui para pedir para os amigos, as autoridades municipal, autoridade do Estado do Brasil, que hoje a minha família se encontra numa situação não favorável. A minha irmã foi assassinada na Itália, num país europeu, e eu peço ajuda de todas as autoridades do Brasil e amigos que possam ajudar a fazer o translado da minha irmã", destacou o irmão da vítima.

Nilson também afirmou que não tem condições financeiras de arcar com os custos do transporte do corpo para o Brasil.

"Eu não tenho condição de fazer esse translado e o apoio de todos vocês. Eu já agradeço desde já".

Fonte: g1 MA 
 Ao negar extradição de Zambelli, Justiça italiana cita Moraes

Ao negar extradição de Zambelli, Justiça italiana cita Moraes

 



Corte afirmou que magistrado brasileiro foi "vítima e juiz"


Foto: Lula Marques/ EBC
A Corte de Cassação de Roma, instância máxima de apelação da Justiça italiana, publicou a íntegra da decisão em que negou a extradição ao Brasil da ex-deputada Carla Zambelli, condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão italiana diz respeito ao pedido de extradição feito pelo Brasil relativo ao caso de invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), crime pelo qual foi considerada culpada pela Primeira Turma do Supremo, no ano passado.

Para a Justiça italiana, há “diversos elementos” que trazem dúvida sobre a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo. Isso porque ele ocupou diferentes papéis ao longo do processo, sendo, além de juiz, o prejudicado pelo ato considerado criminoso.

A decisão italiana afirma haver “insuficiência e ilogicidade da fundamentação em relação ao acúmulo das funções de vítima, juiz de primeira instância, juiz de segunda instância e juiz da execução na pessoa de M.A.D.M. [Ministro Alexandre de Moraes]”.

A Corte de Cassação concluiu que Moraes atuou, nesse caso específico, “em violação ao princípio da imparcialidade e da independência do juiz”.

Pouco antes da condenação se tornar definitiva, Zambelli fugiu, em julho do ano passado, para os Estados Unidos e em seguida para a Itália, país do qual possui cidadania. Ela foi presa no país europeu para aguardar o julgamento do pedido de extradição feito pelo Brasil, mas acabou solta em maio deste ano, depois da decisão que rejeitou o procedimento.

Há ainda, contudo, um segundo pedido de extradição em tramitação na Justiça italiana, ao aguardo de uma decisão da Corte de Cassação italiana.

Esse caso diz respeito a uma condenação da ex-deputada por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal no episódio em que ela sacou um revólver e perseguiu um jornalista pelas ruas de São Paulo, em 2022.

Acionados, o Supremo Tribunal Federal ou o gabinete do ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestaram sobre a decisão da Justiça italiana.

Felipe Pontes / Agência Brasil
   Xeque-Mate entrevista Enilton Rodrigues, pré-candidato ao Governo do Maranhão; Confira

Xeque-Mate entrevista Enilton Rodrigues, pré-candidato ao Governo do Maranhão; Confira

 


Por Portal CN1 News 

O programa Xeque-Mate entrevistou nessa quinta-feira (11) o pré-candidato ao Governo do Maranhão, Enilton Rodrigues. Durante a conversa, o político abordou temas relacionados ao cenário estadual, apresentou suas principais propostas e destacou os desafios que considera prioritários para o desenvolvimento do Maranhão. 

Confira abaixo a entrevista completa concedida ao jornalista Pedro de Almeida.

 
 Mulher é presa na Baixada Maranhense por suspeita de exploração da própria filha

Mulher é presa na Baixada Maranhense por suspeita de exploração da própria filha


Portal CN1 News, com informações da SSP/MA 

Foto: Divulgação/Polícia Civil 
Na quinta-feira (11), a Polícia Civil do Maranhão cumpriu um mandado de prisão preventiva contra uma mulher investigada pelo crime de exploração da própria filha, uma criança de 11 anos de idade. Os fatos investigados ocorreram no município de Pinheiro, na região da Baixada Maranhense.

A prisão foi realizada na cidade de Central do Maranhão por equipes da Delegacia Especial da Mulher de Pinheiro, com apoio da Delegacia Regional de Pinheiro.

De acordo com as investigações, a criança teria sido transformada em um verdadeiro objeto de negociação, sendo utilizada como instrumento para obtenção de vantagem econômica e para a satisfação de interesses ilícitos da própria mãe.

Conforme os elementos colhidos durante a apuração, a investigada, em vez de exercer seu dever de proteção e cuidado, teria disponibilizado a filha a terceiros em troca de dinheiro e entorpecentes.

As investigações também apontam que a criança era frequentemente levada a festas onde havia consumo de bebidas alcoólicas. Além disso, foi constatado que a menor permanecia em ambientes completamente inadequados à sua faixa etária, chegando inclusive a apresentar sinais visíveis de embriaguez.

Após ser localizada e capturada, a mulher foi conduzida à Delegacia Especial da Mulher para a realização dos procedimentos legais cabíveis. Em seguida, foi encaminhada à unidade prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
  Alcolumbre trava tramitação da PEC do fim da 6x1 no Senado

Alcolumbre trava tramitação da PEC do fim da 6x1 no Senado

 


Presidente da Casa não marcou reunião de líderes para discutir tema
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), travou a tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 no Brasil ao manter o texto na Mesa Diretora da Casa, sem despachar para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), disse que não recebeu informação sobre a data de envio da PEC à Comissão. Uma reunião entre Otto e Alcolumbre, prevista para esta semana, foi desmarcada pelo presidente do Senado. Procurada, a assessoria de Alcolumbre não comentou o tema da reportagem.

O presidente do Senado também não marcou a reunião de líderes para discutir a pauta. O encontro costuma ocorrer semanalmente. Na semana passada, Alcolumbre afirmou, no plenário, que discutiria a tramitação da PEC do fim da 6x1 na reunião de líderes.

Além de instituir a obrigatoriedade de dois dias de descanso remunerado para os trabalhadores por semana, a PEC 221 de 2019 reduz a jornada de trabalho no Brasil das atuais 44 horas para 40 horas semanais.

Estratégia de adiar

A cientista política e professora da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Luciana Santana avalia que o adiamento dessa definição reflete preocupações sobre os impactos econômicos e sobre a resistência, principalmente nos setores empresariais, em relação à redução da jornada de trabalho no Brasil.

“É o ano eleitoral. Sobre um tema com essa repercussão social, as lideranças preferem administrar esse tempo da discussão evitando assumir cursos políticos imediatos.”

Pesquisas sobre os impactos da PEC na economia têm divergido em relação às consequências para inflação, o Produto Interno Bruto (PIB) e o nível de emprego.

De acordo com especialista, a postergação da discussão da PEC sugere que Alcolumbre ainda não tomou decisão política sobre a tramitação, mas pondera que isso não significa rejeição definitiva ao mérito da proposta.

"A simples existência de apoio social não garante a tramitação. O presidente da Casa possui os instrumentos para poder definir a prioridade e o ritmo da agenda. Ele está mantendo esse tema sob o controle dele, como presidente do Senado, enquanto as negociações mais amplas continuam nos bastidores.”

PEC da oposição é despachada

Enquanto não despacha a PEC do fim da escala 6x1, Alcolumbre enviou à CCJ a PEC alternativa ao fim da 6x1, apresentada pela oposição, que mantém a atual escala de trabalho no Brasil e permite a contratação por hora trabalhada.

Lideranças governistas esperam votar a PEC do fim da 6x1 que veio da Câmara, sem alterações, ainda neste semestre, antes do recesso Legislativo, que começa no dia 18 de julho, intercalado com São João e Copa do Mundo.

Durante as sessões do plenário do Senado desta semana, senadores governistas cobraram a tramitação da PEC.

“É exigível que nós assim o façamos o mais breve possível, quiçá bem antes, até o final deste mês, das conclusões do nosso primeiro semestre, no dia 17 de julho”, destacou o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

A líder do PT no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), também pediu prioridade à PEC que institui a escala 5x2 no Brasil.

“O Senado precisa priorizar esse tema, que é, sim, uma prioridade do país, que se pretende grande, civilizado e desenvolvido, por trabalho digno e valorização dos trabalhadores e trabalhadoras assalariados.”

Por outro lado, o senador da oposição Hermes Klann (PL-SC) criticou a PEC. “[A proposta] reduz a jornada de trabalho sem apresentar solução para compensar os custos dessa mudança. A conta não desaparece, alguém vai pagar. E, como sempre, quem paga é a própria população.”

O senador Romário (PL-RJ), mesmo da oposição, defendeu a medida. “Serei sempre favorável a qualquer medida que vise a garantir mais direitos aos nossos trabalhadores”, discursou na tribuna.

Piso salarial dos garis

Apesar de não comentar o tema nesta semana, Alcolumbre reagiu quando cobrado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) para incluir na pauta o projeto que estabelece piso salarial de R$ 3 mil para garis.

“Tenho 31 projetos que tratam de jornada de trabalho, que tratam de piso de remuneração de muitas categorias. Não posso ser seletivo”, respondeu o presidente do Senado, ao alegar que, se pautasse o projeto do piso dos garis, teria que pautar de outras categorias profissionais.

Segundo Alcolumbre, seria complexo votar projetos que aumentem gastos em ano de eleição.

“O que eu botar para votar, todo mundo vai votar ‘sim’ por conta da eleição, e vai ter que arrumar dez brasis para pagar.”

Refil do agro

Por outro lado, Acolumbre pautou, e o Senado aprovou, nessa quarta-feira (10), o projeto de lei (PL) que prevê o uso do Fundo Social do Pré-sal para financiar dívidas do agronegócio que o governo calcula ter um custo fiscal de R$ 140 bilhões, em 10 anos.

O Ministério da Fazenda pedia mais tempo e alterações no PL 5.122/2023, sob a relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL), devido ao impacto sobre os cofres públicos.

Segundo Alcolumbre, a medida foi colocada em votação por causa de um acordo com os senadores. “Respeito integralmente a posição do governo, que têm apelado reiteradas vezes para que o Senado tenha cautela na deliberação das matérias relevantes e que podem impactar o orçamento do Brasil, mas eu fiz um acordo com os senadores e senadoras, com os deputados em várias ocasiões.”

O ministro da Fazenda Dario Durigan informou que o governo vai tentar alterar o texto do PL 5.122/2023 na Câmara e, caso não haja sucesso, poderia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

“Nosso objetivo é, sim, ajudar aqueles agricultores que mais precisam, que comprovem as perdas, que tenham problemas com as dívidas. Não [queremos] fazer uma espécie de nova linha que atenda quem não precisa”, disse a jornalistas na saída do Ministério da Fazenda, após aprovação do PL no Senado.

Lucas Pordeus León / Agência Brasil
  STF dá 60 dias para big techs cumprirem regras definidas pela Corte

STF dá 60 dias para big techs cumprirem regras definidas pela Corte

 



Tese final do julgamento deve ser aprovada na quarta-feira (17)


Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil/Arquivo
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quinta-feira (11) fixar prazo de 60 dias para que as big techs implementem as medidas determinadas pela Corte para ampliar a responsabilidade civil por conteúdos ilegais.

O prazo foi determinado durante o julgamento de recursos protocolados pelas plataformas para esclarecer a decisão na qual o Supremo reconheceu, em junho do ano passado, a responsabilidade das plataformas pelas postagens ilegais feitas por seus usuários.

Entre as medidas, as empresas devem proibir acesso dos usuários a vídeos com exploração e abuso sexual, violência física e indução a comportamentos que levem a danos à saúde física ou mental de crianças ou adolescentes. Além disso, as plataformas são obrigadas a manter representante legal no país para receber intimações da Justiça.

A Corte também fixou um marco temporal para aplicação das regras de responsabilização nos processos que estão na Justiça. Pela decisão, as medidas valem a partir do dia 27 de junho de 2025, quando a ata do julgamento foi publicada.

A tese final do julgamento deverá ser aprovada em uma sessão marcada para a próxima quarta-feira (17). O texto vai balizar a resolução das ações que tratam da remoção de conteúdo nas redes e estão em tramitação em todo o país.

Votos

O resultado do julgamento foi obtido a partir do voto do relator, ministro Dias Toffoli.

O entendimento do relator foi seguido com ressalvas pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin.

O ministro Alexandre de Moraes disse que as big techs não são neutras e transparentes. O ministro citou a encíclica na qual o papa Leão XIV defendeu o "desarmamento da Inteligência Artificial".

"Elas [redes] têm posicionamento político e econômico. Então, devem ter o mesmo controle de qualquer pessoa que exagera e comete crimes", afirmou.

André Mendonça demostrou preocupação com o impacto das regras no direito à liberdade de expressão dos usuários.

"Estamos gerando um efeito inibidor de manifestação livre da sociedade, através da terceirização junto às plataformas. É isso que está acontecendo", comentou.

Em seguida, Flávio Dino discordou da fala de Mendonça sobre o "efeito inibidor" das medidas.

"Se Vossa Excelência abrir as redes sociais, vai encontrar 50 crimes. Não tem efeito inibidor algum. Eu até gostaria de tivesse", rebateu.

Responsabilização

Em junho do ano passado, o STF decidiu pela inconstitucionalidade parcial do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

O dispositivo estabelecia que, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as plataformas só poderiam ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomassem providências para retirar o conteúdo ilegal.

Dessa forma, antes da decisão do STF, as big techs não respondiam civilmente pelos conteúdos ilegais, como postagens antidemocráticas, mensagens com discurso de ódio e ofensas pessoais, entre outras.

O texto final da decisão definiu que o Artigo 19 não protege os direitos fundamentais e a democracia. Além disso, enquanto não for aprovada nova lei sobre a questão, os provedores estarão sujeitos à responsabilização civil pelas postagens de usuários.

Pela decisão, as plataformas devem retirar os seguintes tipos de conteúdo ilegais após notificação extrajudicial:

. Atos antidemocráticos;

. Terrorismo;

.  Induzimento ao suicídio e automutilação;

. Incitação à discriminação por raça, religião, identidade de gênero, condutas homofóbicas e transfóbicas;

. Crimes contra a mulher e conteúdos que propagam ódio contra a mulher;

. Pornografia infantil;

. Tráfico de pessoas.

Em caso de descumprimento, as plataformas deverão ser responsabilizadas pelos danos morais e materiais causados pelos usuários a terceiros.

André Richter /Agência Brasil
 Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa

Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa

 


Uniforme da seleção caribenha retratava batalha pela independência

Foto: Saeta/ Divulgação
Quando estrear na Copa do Mundo de futebol no sábado (13), o Haiti não exibirá mais na camisa a ilustração de um episódio emblemático da história moderna: a revolução que levou à abolição da escravidão e à independência do país (1791–1804).

A seleção caribenha teve que modificar seus uniformes de jogo depois do veto da Federação Internacional de Futebol (Fifa). A entidade argumentou que era uma manifestação política, algo proibido em seu regulamento.

O desenho mostrava um grupo de pessoas segurando uma bandeira vermelha e branca. Em entrevista ao The Athletic, jornal dos Estados Unidos ligado ao The New York Times, um representante do Haiti disse que era uma referência à Batalha de Vertières. Ocorrida em 1803, a rebelião foi decisiva para a derrota francesa no território.

A inclusão da imagem valorizava um símbolo de orgulho nacional, mas também explorava uma coincidência. A batalha aconteceu em 18 de novembro de 1803. A seleção de futebol se classificou para a Copa do Mundo no dia 18 de novembro de 2025, ao vencer a Nicarágua por 2 a 0, em jogo válido pelas Eliminatórias.

O professor e mestre em história pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Gabriel Léccas pesquisa sobre a memória da revolução haitiana. Ele lembra que não é a primeira vez que uma entidade esportiva censura imagens históricas de uma delegação haitiana.

Em fevereiro deste ano, nos Jogos de Inverno na Itália, o Comitê Olímpico Internacional (COI) proibiu uma ilustração de Toussaint Louverture, um dos líderes da revolução, no uniforme que o Haiti usaria na abertura do evento. O argumento também foi de que era um elemento político.

"São demonstrações do silenciamento histórico e político da memória da revolução e dos sujeitos históricos que a construíram. Esse silenciamento se deu no século XIX pelos discursos escravistas, quando as elites temiam uma nova revolução escrava.”

Segundo Léccas, esse processo evidencia-se por discursos racistas, cuja visão de mundo não reconhece o protagonismo de sujeitos históricos não brancos na luta por seus direitos e pelo questionamento das hierarquias raciais.

A história vetada pela Fifa em camisa da Copa - Revolução do Haiti: a história vetada pela Fifa em camisa da Copa

Uniforme da seleção caribenha retratava batalha pela independência. Na foto de cerca de 1797 que representa as limitações da liberdade da democracia francesa em solo haitiano. Foto: Archives départementales de la Gironde.
A imagem, de cerca de 1797, representa as limitações da liberdade da democracia francesa em solo haitiano. Archives départementales de la Gironde

Entenda a seguir o que foi Revolução do Haiti e a Batalha de Vertières:

Colonização

Segundo o historiador Marco Morel, no livro A Revolução do Haiti e o Brasil Escravista (2017), a ilha caribenha era habitada pelo grupo indígena Taïno (ou Arawak), que chamava o local de Haïti (terra montanhosa), antes da chegada dos europeus. Em 1492, Cristovão Colombo desembarca no local e batiza a ilha de Hispaniola.

A população indígena, estimada entre centenas de milhares a um milhão de pessoas, foi dizimada em poucas décadas devido a massacres, doenças europeias e ao trabalho nas minas imposto pelos espanhóis.

Para suprir a carência de mão de obra, o rei Carlos V da Espanha autorizou, em 1517, a importação de africanos escravizados para a ilha. Os espanhóis concentraram sua colonização na parte ocidental. A parte oriental foi cedida para a França em 1697 e passou a ser chamada de Saint-Domingue (São Domingo).

A economia nessa área era baseada em um tripé de agricultura de exportação: cana-de-açúcar, café e anil. Em 1789, a colônia representava dois terços do comércio exterior da França e era o maior mercado individual para o tráfico negreiro europeu. A sociedade era dividida entre uma minoria de brancos e negros libertos, e uma maioria de africanos e descendentes escravizados.

A vida dos escravizados era regulada pelo Code Noir (Código Negro) de 1685, que previa castigos corporais severos e estratégias para evitar rebeliões. O que acabou não se mostrando suficiente para evitar o colapso do sistema colonial.

Revolução

No livro Os Jacobinos Negros: Toussaint L'ouverture e a Revolução de São Domingos, o historiador caribenho C. L. R. James explica que o enfraquecimento do poder da França e a circulação de ideais iluministas de liberdade e igualdade na ilha criaram um quadro favorável para a revolta.

Imagem de Toussaint Louverture, de autoria de Nicolas Maurin (1838). Bibliothèque Nationale de France François

A rebelião foi organizada por lideranças de origem africana, como Toussaint Louverture, Jean-Jacques Dessalines e Henri Christophe. Foram chamadas pelo pesquisador de "jacobinos negros", pela semelhança com os jacobinos da Revolução Francesa (1789–1799), que representavam camadas mais pobres da população e tinham posição mais firme de defesa da igualdade social.

Em São Domingos, o levante armado começou efetivamente na noite de 22 de agosto de 1791, quando foram destruídas centenas de engenhos e plantações, e colonos brancos foram mortos. A ilha entrou em uma guerra que durou 12 anos.

Embora a França tenha decretado formalmente a abolição da escravidão em suas colônias em 1794, o governo liderado por Napoleão Bonaparte enviou uma expedição militar em 1802 com o objetivo de restabelecer o regime escravista na ilha. A medida provocou a união das forças rebeldes locais em uma guerra total pela independência.

Batalha de Vertières

O confronto decisivo contra as tropas francesas ocorreu em novembro de 1803, nas proximidades do Cabo Francês (atual Cabo Haitiano). Forças rebeldes integradas por negross, sob a liderança de Jean-Jacques Dessalines, concentraram a ofensiva contra o exército comandado pelo general francês Donatien de Rochambeau.

Durante os combates, destacou-se a atuação do oficial haitiano François Capois (conhecido como Capois-la-Mort), que liderou o avanço de sua coluna militar sob fogo de artilharia. A vitória das tropas comandadas por Dessalines forçou a evacuação e a rendição definitiva dos soldados franceses no território.

Independência e impacto

Em 1º de janeiro de 1804, Dessalines proclamou oficialmente a independência de São Domingos, que foi rebatizada com o nome de origem indígena Haiti. O ato marcou a fundação da primeira república negra do mundo e o primeiro Estado nacional das Américas a abolir legalmente a escravidão desde a sua origem.

O processo revolucionário haitiano gerou repercussões internacionais, influenciando movimentos emancipacionistas e debates sobre direitos civis e raciais em outros territórios das Américas, inclusive no Brasil durante o período imperial.

Para o historiador Gabriel Léccas, um dos elementos mais importantes da Revolução foi o fato de ela ter sido a primeira a combinar a luta anticolonial com um programa político abolicionista.

"O traço que contribui diretamente para esse pioneirismo foi o protagonismo de negros, libertos e escravizados nas lutas de independência."

O professor explica que a revolução fundou um império abolicionista em que os cidadãos – de qualquer cor – eram denominados negros, ressignificando o termo negritude como uma identidade política.

“Esse aspecto questionou a ideia de humanidade elaborada por movimentos como a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos, que inicialmente não reconheceram a cidadania de negros e mestiços."

Rafael Cardoso / Agência Brasil
  Polícia Federal rejeita segunda proposta de delação de Daniel Vorcaro

Polícia Federal rejeita segunda proposta de delação de Daniel Vorcaro

 




Banqueiro está preso em uma sala da Superintendência da PF em Brasília
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) negou na quinta-feira (11) mais uma proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro. É a segunda proposta rejeitada pela corporação após Vorcaro ser preso no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura as fraudes no sistema financeiro do país.

A decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações. A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda analisa a proposta de colaboração do banqueiro.

As razões pelas quais o acordo foi rejeitado estão em sigilo e não foram divulgadas pela corporação.

No mês passado, ao rejeitar a proposta pela primeira vez, os investigadores da PF concluíram que o banqueiro não apresentou novidades em relação ao material que já foi apreendido e não assumiu que cometeu crimes.

No dia 4 de março, Vorcaro voltou a ser preso e foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF). Desde então, ele tenta fechar um acordo de delação.

O banqueiro está preso em uma sala da Superintendência da PF em Brasília.

André Richter /Agência Brasil

quinta-feira, 11 de junho de 2026

 Brandão reúne 23 vereadores de São Luís para destacar ações do governo na capital

Brandão reúne 23 vereadores de São Luís para destacar ações do governo na capital

 




O governador Carlos Brandão reuniu 23 vereadores de São Luís no Palácio dos Leões, na quarta-feira (10), para apresentar um balanço das obras e investimentos do Governo do Maranhão na capital.

Durante o encontro, que ocorreu sem a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Victor, Brandão destacou a importância da parceria com o Legislativo municipal e pediu apoio dos parlamentares na divulgação das ações realizadas pela gestão estadual nos bairros da cidade.

Entre as obras citadas pelo governador estão a Nova Litorânea, a Avenida Metropolitana, os canais da Macaúba e da Areinha, a reforma do Viva da Cidade Operária e a pavimentação de ruas em diversos bairros.

Brandão também lembrou intervenções já entregues, como a requalificação da Lagoa da Jansen, a Praça do Sol, a Praça dos Açores e unidades de saúde especializadas. “Com diálogo, municipalismo e união de esforços, seguimos trabalhando para melhorar a vida dos ludovicenses”, afirmou o governador.



  "Tu és um canalha", dispara Yglésio em novo embate com Rodrigo Lago

"Tu és um canalha", dispara Yglésio em novo embate com Rodrigo Lago

 



O clima político ficou acirrado na Assembleia Legislativa do Maranhão na quarta-feira (10), após um desentendimento entre os deputados estaduais Yglésio Moyses e Rodrigo Lago ganhar novos capítulos no plenário da Casa.

A discussão teve início durante uma sessão realizada na terça-feira (9) e voltou a dominar os debates parlamentares. Durante seu pronunciamento, Yglésio reagiu a uma declaração atribuída a Rodrigo Lago, que teria afirmado que o colega “passava pano para a corrupção”, situação que, segundo ele, ocorreu na presença de sua filha.

Em discurso marcado por críticas e acusações, Yglésio classificou o parlamentar como “canalha” e relembrou supostos episódios ligados à gestão estadual anterior. Em resposta, Rodrigo Lago utilizou a tribuna para defender sua trajetória profissional e política, afirmando que nunca respondeu a processos ou foi acusado formalmente de irregularidades ao longo de sua carreira.

O episódio evidenciou o aumento da tensão entre os parlamentares maranhenses em um momento de intensa movimentação política, com as articulações eleitorais já influenciando o ambiente de debates na Assembleia Legislativa.
Correios vão ajudar a distribuir veículos para atendimento do SUS

Correios vão ajudar a distribuir veículos para atendimento do SUS




Frota inclui ambulâncias, unidades odontológicas móveis, vans e ônibus
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Com apoio logístico dos Correios, 5.655 veículos do PAC Saúde serão distribuídos para todos os estados e o Distrito Federal. O objetivo é ampliar a capacidade de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e reforçar os serviços de saúde em regiões urbanas, rurais e de difícil acesso.

A frota inclui ambulâncias, unidades odontológicas móveis, vans e micro-ônibus que ajudarão estados e municípios a ampliar o transporte de pacientes e a oferta de atendimentos médicos e odontológicos.

A primeira etapa da operação começou na última semana de maio, quando motoristas dos Correios coletaram 68 veículos em montadoras localizadas em Lauro de Freitas (BA), São Mateus (ES) e Sorocaba (SP). Os veículos foram levados ao Hospital das Clínicas da USP, em Ribeirão Preto (SP), antes de seguirem para os destinos finais.

A distribuição mobiliza a estrutura logística nacional dos Correios, responsável por coordenar rotas e entregas simultaneamente em diferentes regiões do país. A operação é considerada estratégica para garantir que os veículos cheguem aos municípios beneficiados, inclusive em localidades remotas.

Com a chegada dos novos veículos, a expectativa é ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzir dificuldades de deslocamento para consultas e tratamentos e fortalecer o atendimento prestado pelo SUS.

O PAC Saúde integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e reúne investimentos voltados à modernização e expansão da infraestrutura da saúde pública. Entre as ações previstas estão a aquisição de veículos e equipamentos, além da ampliação da rede de atendimento em todo o país.

Anna Karina de Carvalho /Agência Brasil
  Governo registra Pix como marca de alto renome no INPI

Governo registra Pix como marca de alto renome no INPI

 


Reconhecimento garante proteção ampliada ao sistema de pagamentos
Foto:  Marcello Casal jr/Agência Brasil
O governo federal registrou o Pix, sistema de pagamento instantâneos criado pelo Banco Central, como marca de alto renome no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A medida foi anunciada na quarta-feira (10) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão.

“Na forma da Lei da Propriedade Industrial, é a maior proteção que se pode conferir a uma marca e ao seu símbolo”, disse o ministro.

O que são marcas de alto renome

As marcas de alto renome são aquelas conhecidas pela população por terem reputação, prestígio e confiança. Com isso, recebem proteção especial estabelecida pela Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996).

Com esse reconhecimento, a marca fica protegida em todos os ramos econômicos, "independentemente da classe de produtos ou serviços para a qual foi originalmente registrada".

De acordo com o ministério, a publicação com o reconhecimento ocorrerá na próxima (16), na Revista da Propriedade Industrial (RPI), veículo oficial que divulga as decisões do INPI.

Ataque dos EUA

O sistema brasileiro tem sido alvo de ataques do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

No início do mês, um relatório do escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) acusou o Pix brasileiro de prejudicar “injustamente” as empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Entre as empresas prejudicadas estariam a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay. O relatório sugere, entre outras ações, a taxação de 25% sobre produtos brasileiros por "práticas desleais".

O anúncio dos EUA provocou uma reação do governo brasileiro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o sistema é do Brasil e por ser gratuito, rápido e estar movimentando mais recursos em comparação às tradicionais bandeiras de cartão de crédito "assusta" os norte-americanos.

“A preocupação dos americanos é que o Pix pode abalar muito as empresas do cartão de crédito deles que estão aqui no Brasil. Acham que o Pix vai acabar com isso; e o Pix vai acabar mesmo, porque o Pix é de graça e é público e ninguém paga nada. É só clicar o Pix e tá resolvido o nosso problema”, afirmou em evento em Goiás, no dia 2 de junho.

Agência Brasil, com informações do MDIC





























quarta-feira, 10 de junho de 2026

Da tribuna da Alema, Aluizio Santos exalta o sucesso do São João da Chapada e cobra soluções para as BRs 222 e 135

Da tribuna da Alema, Aluizio Santos exalta o sucesso do São João da Chapada e cobra soluções para as BRs 222 e 135

 


Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1 

Durante a sessão desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), o deputado estadual Aluizio Santos utilizou a tribuna para destacar importantes ações realizadas em Chapadinha, entre elas a abertura oficial do São João da Chapada 2026 e a reinauguração da tradicional Praça do Povo, recentemente revitalizada pela gestão municipal.

Em seu pronunciamento (confira abaixo), o parlamentar ressaltou a grandiosidade da primeira noite do evento junino, que reuniu um grande público e reforçou a valorização da cultura popular no município. Aluizio também destacou a entrega da Praça do Povo, que passou por uma ampla revitalização e agora oferece mais conforto, lazer e qualidade de vida para as famílias chapadinhenses.
Além de destacar os avanços alcançados em Chapadinha, o deputado voltou a defender maior agilidade na liberação das emendas parlamentares destinadas aos municípios maranhenses. Segundo ele, esses recursos são fundamentais para a execução de obras e ações que beneficiam diretamente a população.

O parlamentar também cobrou providências em relação à situação das rodovias federais que cortam o Maranhão, especialmente as BRs 222 e 135. De acordo com Aluizio Santos, as condições das estradas continuam gerando transtornos, prejuízos e insegurança para motoristas e moradores que dependem diariamente dessas vias.
“Da tribuna da Assembleia Legislativa, destaquei a grandiosidade da abertura do São João da Chapada 2026 e a reinauguração da Praça do Povo, um espaço moderno e acolhedor para as famílias chapadinhenses. Também reforcei a necessidade de celeridade na liberação das emendas parlamentares e cobrei respostas sobre a situação das BRs do Maranhão. Seguimos trabalhando, cobrando e defendendo os interesses do povo maranhense”, afirmou o deputado.

Com atuação voltada para o desenvolvimento regional, Aluizio Santos tem levado à Assembleia pautas relacionadas à infraestrutura, cultura e fortalecimento dos municípios, buscando soluções para demandas consideradas prioritárias pela população maranhense.






    Queda de monomotor deixa dois mortos em Marília, interior de São Paulo

Queda de monomotor deixa dois mortos em Marília, interior de São Paulo

 


Avião de pequeno porte caiu logo após decolar; uma pessoa ficou ferida
Foto: Defesa Civil/Divulgação
A queda de um avião monomotor, no fim da manhã desta quarta-feira (10), deixou duas pessoas mortas em Marília, no interior paulista.

De acordo com a Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do município, o avião de pequeno porte decolou às 11h13 e caiu logo em seguida em um campo de uma associação atlética, ao lado da pista do aeroporto.

O Corpo de Bombeiros confirmou que duas pessoas morreram e uma ficou ferida. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao pronto-socorro da região.

O grupo Ponzan Alimentos confirmou que a aeronave pertencia à empresa e que o piloto, morto no acidente, era um de seus funcionários.

“Até o momento, as causas do acidente não foram oficialmente confirmadas. As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas pelos órgãos e autoridades competentes, e a empresa acompanha os desdobramentos com atenção, responsabilidade e total colaboração”, disse o grupo, em nota.

Bruno Bocchini / Agência Brasil
  Comissão da Câmara aprova redução da maioridade penal para 16 anos

Comissão da Câmara aprova redução da maioridade penal para 16 anos




A PEC recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários na CCJ

Foto: Lula Marques/Agência Brasil
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 32/15) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil.

A PEC recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários. O aval da comissão representa o primeiro passo da tramitação da proposta, que agora seguirá para análise de uma comissão especial antes de ser votada em dois turnos, no Plenário da Casa.

A aprovação do parecer favorável do relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), ocorreu após mais de duas horas de intenso debate. Para o relator, a medida é juridicamente viável, não viola as chamadas cláusulas pétreas da Constituição Federal, nem tratados internacionais.

A conclusão de Assis foi rebatida por deputados contrários à iniciativa, que argumentam que os direitos da infância e da juventude são cláusulas pétreas que não podem ser alteradas salvo com uma nova constituinte.

“Esta é uma cláusula pétrea da Constituição. Ou seja, só pode ser modificada com uma nova Constituição. E não estamos aqui falando de uma nova Constituição, mas sim de alterar a atual, modificando uma cláusula que não pode ser alterada”, alegou o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), para quem a PEC, se aprovada no Congresso Nacional, será barrada no STF.

“Não podemos iludir a população de que isto vai prosperar. Não vai. Vai chegar no STF e vai parar. E teremos feito um grande debate apenas com cunho eleitoral”, acrescentou Veneri.

A deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) endossou a tese de que a redução da maioridade penal é uma resposta populista, eleitoreira e que não resolverá os graves problemas da segurança pública.

“O pressuposto é que, com a entrada destes jovens no sistema penitenciário, e não mais no sistema socioeducativo, teremos uma punição mais severa e à altura das infrações que eles cometeram. Isto é uma mentira. O índice de reentrada no sistema socioeducativo é de 23%. No sistema prisional é de 42%”, afirmou Sâmia.

A parlamentar argumentou que, segundo dados oficiais, apenas 0,5% das infrações cometidas por adolescentes são consideradas crimes gravíssimos.

“Estamos propondo alterar todo o tratamento dado aos adolescentes [em geral] por causa de 0,5% [...] quando este Congresso Nacional deveria estar se dedicando a identificar onde estamos falhando para que haja tantos jovens cometendo crimes em vez de estarem sentados nos bancos escolares”, ponderou Sâmia.

Defensor da proposta, o deputado Mendonça Filho argumentou que o correto seria submeter o tema a um referendo popular.

“Ninguém aguenta mais a violência no Brasil. Temos 44 mil homicídios por ano. Vivemos um padrão de guerra civil e fazemos de conta que esta realidade não existe”, comentou Filho, atribuindo a insegurança a “leis frouxas” e à “impunidade” que, segundo ele, facilita a ação do crime organizado.

Ele admitiu que a redução da maioridade penal para 16 anos não vai resolver o problema da violência. Mas defendeu que, em conjunto com outros mecanismos legais, vai contribuir para o combate ao crime organizado.

“Cerca de 25% da população brasileira vive hoje sob a influência direta de milícias e de organizações criminosas que, inclusive, aliciam menores de 18 anos para praticar crimes porque, para elas, o custo de fazer isto é barato”, disse.

O deputado Rodrigo de Castro (União-MG) também classificou a aprovação da PEC como um “claro sinal” contra a impunidade, mas lamentou que a discussão, que se arrasta há anos no Congresso Nacional, tenha se transformado em um debate sobre aspectos ideológicos que nada têm a ver com a segurança pública. “Me constrange ver este debate se tornar um debate de ideologias”.

Para Otoni de Paula (PSD-RJ), é um erro o Congresso Nacional discutir um projeto tão importante e polêmico como a redução da maioridade penal às vésperas de uma eleição.


“Por que não aprovamos a redução da maioridade penal durante os quatro anos do governo Bolsonaro já que tínhamos base para isso? Da mesma forma como não transformamos as facções criminosas em grupos terroristas. Tivemos quatro anos e não fizemos isto”, argumentou.

Ele afirmou que há risco de que, com a redução da maioridade penal, os criminosos passem a aliciar crianças e adolescentes ainda mais novos.

“Como ficarão os adolescentes de 15 anos e 11 meses que cometeram crimes hediondos? Amanhã, vamos debater a redução para 14 anos? Depois para 12? Porque este problema é estrutural. E a partir da redução da maioridade penal para 16 anos, o tráfico vai recrutar meninos abaixo de 16 anos”, concluiu de Paula.

Alex Rodrigues / Agência Brasil
   Ao lado de Aluizio Santos, Belezinha abre o São João da Chapada 2026 e entrega Praça do Povo revitalizada

Ao lado de Aluizio Santos, Belezinha abre o São João da Chapada 2026 e entrega Praça do Povo revitalizada

 



Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
Fotos: Kim Pereira  

A noite dessa terça-feira (9) marcou o início de mais uma edição do São João da Chapada, considerado o maior arraial da região. Veja abaixo como foi a primeira noite do São João da Chapada 2026!
 
A abertura oficial contou com a presença da prefeita Ducilene Belezinha, do deputado estadual Aluizio Santos, autoridades municipais e milhares de pessoas que prestigiaram a programação cultural na Praça Irineu Veras, a tradicional Praça do Povo.
Além da abertura dos festejos juninos, a prefeita entregou à população a Praça do Povo totalmente revitalizada. O espaço passou por uma ampla reforma, ganhando nova estrutura, mais conforto, acessibilidade e melhor iluminação, tornando-se um ambiente ainda mais acolhedor para o lazer, a convivência e a realização de eventos culturais.
A obra integra os investimentos da administração da prefeita Belezinha na valorização dos espaços públicos e no fortalecimento da cultura local. 
Nos últimos anos, a gestão tem ampliado o apoio às manifestações culturais, incentivando grupos juninos, artistas locais e promovendo eventos que movimentam a economia e fortalecem as tradições do município.
"Com muita alegria, entregamos à população a Praça Irineu Veras Galvão, a tradicional Praça do Povo, totalmente revitalizada. O espaço ganhou nova estrutura, com parquinho infantil, pista de caminhada e academia ao ar livre, proporcionando mais conforto, lazer e qualidade de vida para crianças, jovens e idosos. Seguimos trabalhando para oferecer ambientes cada vez melhores para o bem-estar das famílias chapadinhenses", destacou a prefeita Belezinha.
Durante o evento, o deputado estadual Aluizio Santos também destacou a importância da revitalização da praça e dos investimentos realizados pela administração municipal.

"Parabéns à prefeita Belezinha por mais essa importante obra, que deixa nossa cidade mais bonita, acolhedora e preparada para receber a população. É mais um espaço de lazer e convivência para os chapadinhenses", ressaltou.
A programação da primeira noite reuniu diversas apresentações culturais, entre elas o Carimbó das Mulatas, da U.E. Aceleino da Silva; a Quadrilha Geração Caipira, da U.I. Amélia Mendes; a Quadrilha Eu Sou São João, da U.E. Ana Fortes Meneses; a Dança Encanto Country, da U.E. Chapada das Mulatas; além da Junina Brilho da Chapada.
Encerrando a noite, o cantor Henry Freitas levou uma multidão à Praça do Povo, animando o público com um show repleto de sucessos e consolidando o sucesso da abertura do São João da Chapada 2026.
A programação (veja abaixo) continua nesta quarta-feira (10) com mais apresentações juninas e atrações musicais, reforçando o compromisso da gestão municipal com a preservação das tradições culturais e a promoção de eventos que fortalecem a identidade do povo chapadinhense. 



  Delegacia da Mulher de Chapadinha ganha nova viatura e fortalece combate à violência de gênero

Delegacia da Mulher de Chapadinha ganha nova viatura e fortalece combate à violência de gênero




Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1 
A rede de proteção às mulheres de Chapadinha ganhou um importante reforço com a chegada de uma nova viatura para a Delegacia Especial da Mulher (DEM). O veículo passa a integrar a estrutura da unidade, ampliando a capacidade de atuação da Polícia Civil no enfrentamento à violência doméstica e de gênero.

A nova viatura será utilizada em ações de atendimento a ocorrências, cumprimento de diligências, investigações e acompanhamento de medidas protetivas, proporcionando mais rapidez e eficiência no trabalho das equipes policiais.
O investimento faz parte das ações de fortalecimento da segurança pública promovidas pelo Governo do Maranhão, que tem ampliado os recursos destinados às unidades especializadas no atendimento às mulheres. A iniciativa busca garantir melhores condições de trabalho aos profissionais e oferecer um serviço cada vez mais qualificado à população.
Com o reforço operacional, a Delegacia da Mulher de Chapadinha passa a contar com mais estrutura para atender vítimas de violência, contribuindo para uma resposta mais ágil às denúncias e para o fortalecimento das políticas de proteção e defesa dos direitos das mulheres.

A expectativa é que o novo equipamento contribua para ampliar a presença da unidade em toda a região, assegurando mais segurança, acolhimento e efetividade no combate à violência contra a mulher.
  Policial leva jumento à delegacia após prisão de carroceiro por crime ambiental no Maranhão

Policial leva jumento à delegacia após prisão de carroceiro por crime ambiental no Maranhão


Um carroceiro foi preso por crime ambiental e ameaça na segunda-feira (8), em São Bento. Para evitar que o animal fosse abandonado na rua, um policial militar precisou conduzir a carroça e levar o jumento até a delegacia (veja o vídeo abaixo).
Segundo a Polícia Militar do Maranhão, o suspeito, José Nilton Fonseca Coelho, de 39 anos, descartou lixo em local proibido no Centro da cidade. Ao ser questionado por um homem, ele reagiu de forma agressiva e teria ameaçado a vítima com uma faca, o que a levou a chamar a polícia.

Ao chegar ao local, os policiais confirmaram o descarte irregular de lixo na via pública. Durante a abordagem, o suspeito desobedeceu às ordens e resistiu à prisão. Por isso, os agentes usaram força e algemas para contê-lo e garantir a segurança da ação.

Em seguida, um dos policiais conduziu a carroça pelas ruas da cidade até a delegacia, para não deixar o animal abandonado.

O homem foi levado para a Delegacia Regional de São Bento. Ele deve responder por crime ambiental, por descarte irregular de lixo, além de ameaça, resistência e desobediência.

Fonte: g1 MA 
 Transportes quer ampliar o número de instrutores autônomos habilitados

Transportes quer ampliar o número de instrutores autônomos habilitados

 


Para tanto, uma das medidas será fiscalizar atuação dos Detrans

Foto: Serpro/Divulgação
A habilitação de instrutores autônomos ainda precisa ganhar fôlego, afirmou o ministro dos Transportes, George Santoro, na terça-feira (9). Ele participou do programa Bom Dia Ministro, realizado pela EBC, a Empresa Brasil de Comunicação.

O ministro comemorou a emissão de 1,14 milhão de novas habilitações para motoristas entre janeiro e maio deste ano. Um recorde.

No entanto, esse número poderia ser maior se todos os Detrans tivessem se engajado desde o início das mudanças. Um ponto que tem atrasado é a habilitação de instrutores autônomos, especialmente em São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rio de Janeiro. Apesar de o interessado fazer o curso no portal da Secretaria Nacional de Trânsito, ele precisa da autorização do órgão estadual.

“As emissões novas por instrutor autônomo foram 6% só. Esse último mês passamos para oito. Se a gente ampliar o número de instrutores autônomos, a gente vai crescer muito mais e o custo da carteira vai diminuir cada vez mais. São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rio de Janeiro. São estados que estão com mais problemas e a gente já falou com os governadores, já notificou formalmente e a gente vai passar para a segunda fase das fiscalizações com a parceria com o CGU”.

O Detran de São Paulo afirmou que a habilitação de instrutores autônomos segue normalmente, sem atrasos na análise dos pedidos. Nos casos de não aprovação, a pendência está relacionada a algum requisito que não foi atendido ou à ausência de documentos obrigatórios. Atualmente, São Paulo tem 1.956 instrutores autônomos credenciados, informou o Detran paulista.

No Rio de Janeiro, o Detran informou que publicou no dia 15 de maio a portaria que regulamenta a atividade. A norma entrará em vigor em agosto. Além disso, o órgão disse que está em tratativas para viabilizar, o mais breve possível, o início da atuação dos instrutores autônomos.

Os Detrans do Paraná e Mato Grosso não responderam aos questionamentos até o fechamento desta reportagem.

Gabriel Brum /Rádio Nacional/radioagência