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terça-feira, 10 de junho de 2014

Buriti-MA: Decisão do último domingo (08)  que  cassava  novamente Rafael Mesquita do cargo  foi revogada agora há  pouco

Buriti-MA: Decisão do último domingo (08) que cassava novamente Rafael Mesquita do cargo foi revogada agora há pouco




Terça-Feira, 10 de junho de 2014




A Decisão que derrubou uma liminar que mantinha Rafael Mesquita no cargo de Prefeito foi deferida pelo Desembargador José Eulálio Figueiredo de Almeida no último dia 08 (domingo) tinha definida a sua cassação. 

Segundo afirmação do próprio Prefeito, o mesmo se mantém no cargo após recurso (mandato de segurança)  deferido  a seu favor em São Luis no TRE pela Desembargadora Alice de Sousa Rocha. 

Do blog Portal Buriti



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Ao decidir sobre cassação do prefeito de Buriti, juiz faz reflexão sobre a política maranhense

Ao decidir sobre cassação do prefeito de Buriti, juiz faz reflexão sobre a política maranhense



Segunda-Feira, 18 de novembro de 2013

buritiO juiz Mário Henrique  Mesquita Reis,  substituto na 25ª Zona Eleitoral, determinou no fim da semana passada, a cassação do prefeito de Buriti de Inácia Vaz, Rafael Brasil e do seu vice, Raimundo Camilo, ambos do PRB (foto acima), por formação de “caixa dois” na eleição de 2012, e a posse imediata do segundo colocado na disputa, Lourinaldo Silva (PRP) – o que não deve ocorrer, já que a jurisprudência do TSE aponta que prefeito recorre no cargo.
Rafael Brasil e seu vice foram acusados pelos adversários de haver usado, sem contabilizar na prestação de contas, um ultraleve para distribuir panfletos com pesquisa às vésperas do pleito, ônibus escolares para transportar eleitores e ônibus alugados de uma empresa de São Luís.
“Julgo procedente o pedido [...] para reconhecer a utilização indevida de recursos não contabilizados na prestação de contas dos candidatos eleitos Rafael Mesquita Brasil e Raimundo Nonato Mendes Cardoso, cassando, por consequência, os seus diplomas, [...]declarando-os ainda inelegíveis pelo prazo de 08 (oito) anos subsequentes à eleição de 2012. [...] Determino a diplomação do segundo colocado, [...] Lourinaldo Batista da Silva e seu respectivo vice”, despachou o magistrado.
Opinião
Apesar da cassação, não é o mérito da ação o que mais chama a atenção no despacho do juiz Mário Mesquita Reis.
Indignado com a possibilidade de realização de uma manifestação no município por suposto atraso da sentença, o magistrado incluiu no despacho uma série de considerações sobre a política maranhense. E, mesmo dando decisão favorável ao grupo que planejava “cortar” a rodovia MA-034, que passa pela cidade, não poupou críticas à oposição local.
“Os asseclas, em vez de reclamarem, deviam buscar ler os planos de governo, eleger melhores representantes e não dependerem da estrutura do governo, que não existe para ser pai de ninguém!”, asseverou.
Leia abaixo a íntegra do artigo que o juiz incluiu no despacho.
________________________
Na tarde da quarta-feira (06.11.2013), recebi mensagem de Buriti anunciando uma possível interrupção da rodovia estadual por conta do atraso desta sentença, cujos autos vieram conclusos em 22 de outubro de 2013.
Sentença não é fruto de mera subsunção desprovida de análise – o que até facilitaria o trabalho dos juízes. É, na verdade, um árduo trabalho de analisar os fatos e provas e amoldá-los ao que prevê nossa legislação. Não é trabalho que se extrai da cabeça de um julgador da noite para o dia, notadamente quando este juiz possui mais de 3.000 (três mil) processos fervilhando em sua cabeça. 
Trabalho exaustivamente em uma Comarca (Chapadinha/MA) que possui a distribuição cerca de 10 (dez) vezes maior que a de Buriti/MA. Só isso já justificaria certa delonga, mas em nenhum momento utilizei este argumento. Estou aqui para contribuir, mas parece que a sociedade interessada faz pouco caso da ajuda. Absurdo! 
Não questiono a pressa que os feitos eleitorais devam ter. Assevero, contudo, que a maledicência de alguns, aliada a interesses mesquinhos de balbúrdia, tencionando claramente desestabilizar a pacata comunidade de Buriti, cria um clima de desrespeito e bagunça. Se acharem que agindo assim irão me intimidar, estão enganados! 
Os asseclas, em vez de reclamarem, deviam buscar ler os planos de governo, eleger melhores representantes e não dependerem da estrutura do governo, que não existe para ser pai de ninguém! 
Estranhamente, o processo teve um retardo que não se iniciou em minhas mãos, mas as pressões começaram a recair sobre minha condução dos feitos. Mais estranho ainda é a ignorância daqueles que apontam o dedo, sem sequer se atentar aos prazos processuais. É senhores, no nosso país existem leis eleitorais que estabelecem prazos a serem respeitados! 
A propósito, aqui lançando um juízo pessoal acerca da política brasileira, independentemente de quem ocupar a cadeira de prefeito neste Município de Buriti/MA, não cessará a contenda político-partidária. A questão é cultural! O problema não está só nos políticos, está também em nosso povo! O mesmo povo que se arregimenta para defender os interesses de seu candidato é o mesmo vende sua consciência, vende sua dignidade, enfim, vende sua própria escolha. As eleições que presidi ou mesmo trabalhei como advogado ou à serviço da Justiça Eleitoral me autorizam essa conclusão. 
Infelizmente, vivemos em um país onde a população, em sua grande maioria, não é politizada. Arrisco dizer que a massa social, é escravizada mental e socialmente por políticas atrasadas, mascaradas de assistencialismo. Na atual conjuntura, se um candidato à presidência disser que vai acabar com o “bolsa-família” , por exemplo, este certamente será o maior derrotado nas urnas. Este benefício, aliás, alcança pessoas que se aproveitam de métodos sub-reptícios para utilizá-lo como fomentador de ócio, incentivador à natalidade e, a longo prazo, gerando aumento da criminalidade pela falta de compromisso de pais e da falência do sistema de governo. 
Nos municípios maranhenses, com exceção das grandes cidades e da Capital, o dinheiro que circula é oriundo exclusivamente da prefeitura. Quando um(a) prefeito(a) atrasa a remuneração gera um verdadeiro caos no comércio; os recursos não circulam. E quem presta concurso público vira príncipe, rendendo homenagens apenas ao soberano, intitulado prefeito(a). 
A oposição, que lembra os tempos da resistência armada, pouco esclarecida, espera, de forma ensandecida, que o poder seja destinado ao seu escolhido. Mas o que realmente deseja é ter a mesma vida de quem se guerreia. 
Em muitos municípios maranhenses, a conclusão dos eleitores esclarecidos é que as eleições municipais são verdadeiras guerras, porquanto representam a chance de um grupo se firmar, ainda que por quatro anos, e usufruir das benesses e tranquilizar um grupo que o apoiou nas eleições. Não é raro ouvir nas ruas que um eleitor terá um cargo na prefeitura, caso seu candidato vença. 
Por isso, tenho a firme convicção de que aqueles que imaginam a derrocada de um candidato são na verdade pessoas que tem o mesmo propósito de atingir os objetivos outrora alcançados pelos seus opositores. No Maranhão, verdade seja dita, alguns políticos criam em sua órbita corporal uma aura, uma figura mítica, do qual não sobram eleitores, mas sim seguidores. 
Utópico é algo que não existe, mas que não é impossível. É, no dizer do pensador uruguaio Eduardo Galeano, um horizonte, em que quanto mais corremos para alcançá-lo, mais ele se afasta. Desejo, honestamente, que nosso povo seja mais educado, não só de valores e princípios – coisa que falta aos muitos que insuflam os populares -, mas também tenha mais conhecimento e educação. A intenção de tornar o Brasil uma Europa deve passar obrigatória pela reforma do ensino, mas também agir e cobrar condutas éticas. É, como no mito da criação do homem, de Platão, crer que o político tenha como base o aidos (decoro, pudor) e o dike (justiça). 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CASSAÇÃO: Vitória do povo e derrota para os deserdados da política chapadinhense!

CASSAÇÃO: Vitória do povo e derrota para os deserdados da política chapadinhense!





Sexta-Feira, 27 de setembro de 2013


Como deixou dito Getúlio Vargas na Carta Testamento, documento endereçado ao povo brasileiro; em Chapadinha, os opositores do atual governo comandado pela prefeita Ducilene Belezinha, governo eleito em um processo legítimo, por outro lado, forças e interesses contra o povo chapadinhense, coordenam e desencadeiam um processo de difamação com o intuito de desqualificar a vontade soberana do povo; essas forças não acusam o governo, insultam; não combatem, caluniam. 

Em uma atitude desesperada tentam tirar o direito de defesa do povo, tentando sufocar e abafar para que o governo não leve a público o que está sendo feito em prol da comunidade, essas mesmas forças prestam um desserviço a população, e são subservientes a aqueles que não têm nem um tipo de compromisso com o bem comum, o que se ver é uma meia dúzia de deserdados do poder público que outrora se locupletavam com o dinheiro público sem nem um tipo de responsabilidade com o bem público tentar ludibriar o povo através de meios de comunicação, e com essa atitude tentam calar aqueles que lutam em defesa do povo, principalmente do povo mais humilde.

Depois de anos de exploração por parte de pessoas sem nem um tipo de compromisso, Chapadinha elegeu um governo que tem o compromisso de trabalhar pela população, e onde a liberdade é uma constante, não um governo como o que existia, onde a lei era a dos dominantes. 

Essas forças não querem a liberdade do povo, e sim o controle e a obediência, onde funcionários públicos eram humilhados e obrigados a vestirem a camisa dos governantes de plantão; só viviam sob pressão, essas mesmas forças calavam diante dos desvios de recursos públicos, da intolerância de toda ordem, como dizia Getúlio Vargas; as aves agourentas vivem de desejar o mal para a população.

Portanto, essas pessoas que passam o dia nas redes sociais, em rádios e nas conversas de esquina, não passam de deserdados se maldizendo, pela falta do dinheiro público que recebiam sem merecimento dinheiro que fazia falta para o povo, uma vez que para merecermos precisamos trabalhar, e os incompetentes não fazem jus, porque não trabalham, e como muito bem é citado por Rousseau no livro Do Contrato Social; “onde está o representado, deixa de existir o representante”, uma vez que o povo elegeu Belezinha prefeita, eliminou-se a figura dos deserdados que se intitulam representantes da população chapadinhense.





Paulo Coêlho
cidadão chapadinhense, pedagogo, 
Consultor Educacional E@D, 
especialista em Docência do Ensino Superior, 
Educação do Campo e Gestor escolar.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

“Todas as minhas ações foram dentro da lei”, diz Roseana Sarney após parecer de Roberto Gurgel

“Todas as minhas ações foram dentro da lei”, diz Roseana Sarney após parecer de Roberto Gurgel



Quarta-Feira, 07 de agosto de 2013

(Foto: Biné Morais /O Estado)
(Foto: Biné Morais /O Estado)

A governadora Roseana Sarney (PMDB) se posicionou ainda na noite desta quarta-feira (7) sobre o parecer do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pela cassação do seu mandato e do vice-governador Washington Oliveira (PT).
Segundo ela, todas as ações contestadas pelo ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) no Recurso Contra Expedição de Diploma (RCED) protocolado na Justiça Eleitoral foram “transparentes e dentro da lei”.
“Tenho minha consciência tranquila. Não fiz nada de errado. Todas as minhas ações foram transparentes e dentro da lei. Não devo nada”, declarou, de São Paulo, onde acompanha o pai, senador José Sarney (PMDB-AP), em tratamento médico.
A governadora também deu a entender que não deve renunciar, como se especula nos bastidores políticos, caso o processo se dirija para a cassação.
“Não temo nada. Meu mandato é dedicado à causa popular e pretendo exercê-lo até o final”, completou.

terça-feira, 18 de junho de 2013

“Belezinha não será cassada”, dizem advogados

“Belezinha não será cassada”, dizem advogados



Hoje, dia 18 foi realizada audiência no Fórum de Chapadinha, referente a processo que acusa a prefeita de Chapadinha de compra de voto nas eleições passadas.

Por William Fernandes, terça, 18 de junho de 2013 

O advogado de defesa da prefeita, Carlos Sérgio de Carvalho Barros, acompanhado dos assessores jurídicos Sócrates Niclevisk e Aldyr Junior concedeu entrevista coletiva logo após a audiência e assinalou que os processos serão julgados improcedentes até o fim de julho: “ficou entendido que não há mais necessidade de provas, pois a matéria já está suficientemente esclarecida acerca desses convênios que são feitos pelo governo do estado, com as associações, para recuperar estradas. Isso ocorre não só em Chapadinha, mas em todo o Maranhão.

O advogado disse que existem três ações movidas pela coligação de Magno Bacelar contra Belezinha e Raimunda Maria e que, da mesma forma, a coligação de Belezinha moveu duas ações contra a de Magno, pelos mesmos motivos.

Carlos Sérgio esclareceu que o governo do estado já se manifestou acerca da existência dos convênios e disse ainda que esses convênios não apresentam nenhum elemento que venha a interferir irregularmente no processo eleitoral.

O advogado acredita que não haverá mais audiências sobre os processos, pois como se tratam da mesma matéria (relativas a construção de estradas por associações), foi feito um pedido para que todos fossem juntados e julgados conjuntamente.

Belezinha compareceu ao Fórum de Chapadinha, mas retirou-se antes do início da audiência. Por parte da acusação, compareceu o advogado Almir Moreira.
Cassação: um sonho cada vez mais distante

Cassação: um sonho cada vez mais distante



Terça-Feira, 18 de junho de 2013

Carlos Sérgio: "Ações são improcedentes"

Desde que foram derrotados de forma humilhante na eleição, os canibais perderam o rumo. Como não tinham mais em que se agarrar, passaram a viver unicamente da ilusão de um processo de cassação que tem se mostrado inconsistente desde o início. Prova disso é que nem mesmo o principal personagem da questão – o suplente de deputado e adversário de Belezinha, Magno Bacelar – tem demonstrado interesse pelo caso. Fato que deixou seus antigos partidários com um gosto amargo na boca, além de uma sensação de abandono e mágoa ao mesmo tempo. 

Nesta terça-feira (18),  tivemos mais uma demonstração inequívoca de que a tão propalada cassação de Belezinha está se tornando um sonho cada vez mais distante. Depois de participar de uma audiência no Fórum de Chapadinha, o advogado Carlos Sérgio jogou a última pá de cal nas esperanças dos oposicionistas. Segundo ele, não foi apresentado nenhum fato novo pela acusação e a matéria já está suficientemente esclarecida. “Todas as ações movidas contra a prefeita Belezinha serão julgadas improcedentes pela absoluta falta de provas”, declarou. 

O advogado se referia às três ações movidas pela coligação de Magno Bacelar contra a prefeita Belezinha e a então candidata a vice, Raimunda Maria, que tratam da construção de estradas durante o período eleitoral. Essas estradas foram resultado de convênios firmados entre o Governo do Estado e associações em todo o Maranhão, incluindo Chapadinha. “Está cada vez mais claro que se trata de obras do Governo do Estado realizadas em parceria com as associações e, no nosso entendimento, não há nenhum elemento que tenha interferido irregularmente no processo eleitoral”. 

Carlos Sérgio atribuiu a tentativa de questionar a legalidade da construção de estradas por associações comunitárias em Chapadinha justamente porque elas aconteceram durante o período eleitoral, embora algumas delas tenham sido iniciadas antes. No entanto, segundo o advogado, o próprio Governo do Estado e as associações já teriam se manifestado acerca desses convênios, não restando nada de irregular. “O que ficou provado foi que os convênios foram regularmente firmados para realizar ações de interesse da comunidade e que não houve nenhuma prova de que essas obras foram feitas para beneficiar esta ou aquela candidatura”, explicou.

Carlos Sérgio esclareceu ainda que o deputado Magno Bacelar também enfrenta duas ações por conta da construção de estradas durante a campanha, movidas pela coligação de Belezinha. Em relação à audiência de hoje, considerada tranquila e sem surpresas, o advogado acredita que provavelmente não haverá outra audiência sobre o assunto, pois já existe um pedido para que os três processos contra Belezinha sejam juntados e julgados conjuntamente, já que tratam da mesma matéria: a construção de estradas por associações comunitárias. 

Com isso, o grupo da prefeita Belezinha – apesar das divergências internas - sai fortalecido. De agora em diante, a gestora terá mais tranquilidade para dar continuidade às ações que deverão trazer desenvolvimento para Chapadinha. 

Ivandro Coêlho, professor e jornalista

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Justiça Cassa Prefeito e Novas Eleições Serão Marcadas em Codó

Justiça Cassa Prefeito e Novas Eleições Serão Marcadas em Codó


Quarta-Feira, 27 de fevereiro de 2013

É o que determina a sentença do juiz eleitoral, Pedro Guimarães Junior, que acaba de ser publicada no Fórum Eleitoral de Codó.





O prefeito de Codó, Zito Rolim (PV) e seu vice, Guilherme Archer (PMDB),  tiveram cassados seus diplomas,  anulados todos os votos que receberam  em outubro de 2012 e ficaram inelegíveis pelos próximos oito anos.

É o que determina a sentença do juiz eleitoral, Pedro Guimarães Junior, que acaba de ser publicada no Fórum Eleitoral de Codó.

Não está relacionada ao caso dos vídeos de compra de votos. Esta sentença diz respeito à uma Investigação Judicial Eleitoral impetrada pelo Ministério Público acusando José Rolim Filho e Guilherme Ceppas Archer de USO INDEVIDO DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL,  no caso a TV Codó que é pública, ora controlada pela prefeitura.

Também foram sentenciados os apresentadores Jonas Bastos Martins Lopes Filho, Osvaldo Pereira da Silva Filho (Maozinha) e Antonio Leandro Sousa Paiva (Leandro de Sá).

“Alega a representante (Dra. Linda Luz) que o primeiro representado, candidato a prefeito desta cidade, estando em plena campanha eleitoral, conforme faz prova documentação anexa, juntamente com os demais representados (Guilherme, Jonas, Osvaldo e Leandro), vem utilizando a TV Codó Canal 13, autorizatária municipal de serviço público, de forma abusiva para beneficiar o mencionado candidato”, relata a sentença explicando a motivação do Ministério Público Eleitoral

A SENTENÇA
Por conta de tudo que o Ministério Público apresentou de provas contra os cinco acusados os juiz Pedro Guimarães Junior decidiu CASSAR O DIPLOMA DE Zito e Guilherme, ANULAR todos os 23.075 votos que tiveram em outubro e ainda os tornar inelegíveis pelos próximos oito anos.

“Julgo procedente a presente INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL para, nos termos do art. 22, inciso XIV, da lei 64/90,  CASSAR OS DIPLOMAS DE PREFEITO E DE VICE PREFEITO,  expedidos, respectivamente, em favor de José Rolim Filho e Guilherme Ceppas Archer e, via de consequência, ANULAR OS VOTOS DADOS AOS MESMOS no presente pleito,  além de declarar a INELEGIBILIDADE destes  e dos demais representados Jonas Bastos Martins Lopes Filho, Osvaldo Pereira Filho e Antonio Leandro Sousa Paiva  para as eleições a se realizarem nos 8 anos subsequentes à eleição de 2012”, escreveu o juiz

QUEM ASSUME?
Ninguém assume por enquanto. Pedro Guimarães Junior não determinou a entrada, imediata, de Biné Figueiredo e Hildemberg Oliveira, porque numa outra ação, também publicada hoje (traremos detalhes logo,logo) os então candidatos Francisco Nagib e Zé Francisco também tiveram todos os seus votos anulados.

Nesta situação, o cabível é uma nova eleição.

Da sentença de Pedro Guimarães Junior cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral.

Com Informação do Blog do Acélio Trindade