quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Xeque-Mate: Os distúrbios verborrágicos do “rato” que perdeu o queijo no Maranhão

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Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1 News

No tabuleiro político do Maranhão, há momentos em que o jogo deixa de ser estratégico e passa a ser emocional. Quando isso acontece, o discurso perde a racionalidade e dá lugar à verborragia — aquela fala excessiva, carregada de ataques, insinuações e tentativas desesperadas de manter relevância. É nesse cenário que surge a metáfora do “rato que perdeu o queijo”.

Quando determinado grupo ou liderança perde espaço, influência ou protagonismo, a reação pode ser a reinvenção — ou o ataque constante. E é justamente nesse ponto que os “distúrbios verborrágicos” entram em cena: discursos inflamados, narrativas distorcidas e críticas sem autocrítica. Em vez de apresentar propostas ou reconhecer o novo cenário, opta-se por criar ruído.

O eleitor maranhense, no entanto, tem demonstrado maturidade. A população observa, analisa e distingue facilmente quem joga com estratégia e quem apenas reage por impulso. O debate público é saudável quando pautado por ideias, mas perde qualidade quando se transforma em palco para ataques pessoais e tentativas de descredibilização.

No fim das contas, o tabuleiro continua. As peças se movem, o jogo avança e o “xeque-mate” não acontece pela gritaria, mas pela construção consistente de resultados. Quem entende isso evolui. Quem não entende, apenas ecoa — cada vez mais alto — a frustração de ter perdido o queijo. Confira: 

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