Todos os municípios do Brasil possuem desafios em algum indicador social, mas o que muda é a forma como o gestor os enfrenta. No caso de Chapadinha, a prefeita Ducilene Belezinha tem encarado os desafios fundamentando a sua gestão em três pilares principais: bom planejamento, austeridade e foco no social. Os resultados já mostram que desde que Belezinha assumiu o comando do município, a vida dos munícipes vem melhorando.
Para fundamentar a minha assertiva, sirvo-me dos indicadores do IPS – Índice de Desenvolvimento Social (2026), o IPS é um indicador com base na esperança de vida, nível educacional e conforto e saneamento. Em outras palavras, é semelhante em conceito ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a diferença é que substitui o índice "Renda" pelo índice "Conforto e saneamento". No IPS, mais de 50 índices são considerados.
O IDS de Chapadinha, quando comparamos 2026 com anos anteriores, mostra que a gestão de Belezinha é uma gestão de resultados, pois embora mostre que ainda existe desafios (o que é normal em todos os municípios brasileiros) – o IPS varia de 1 a 100 – quando mais próximo de 1, pior a qualidade de vida e quanto mais próximo de 100 melhor a qualidade de vida, avançamos muito em saúde e inclusão social. O município brasileiro com maior índice atualmente é Gavião Peixoto, localizado em São Paulo, cujo índice é 73,1.
Na política de saúde, entre 2024 e 2026, Chapadinha deu um salto significativo, pois no ranking nacional, passou da 1928ª para a 1362ª posição dentre os municípios brasileiros. O Brasil possui 5.569 municípios, essa posição, por si só, já demonstra que estamos numa situação privilegiada, pois estamos na frente de 4.207 municípios. Esse resultado reflete a boa aplicação dos recursos, tanto próprios, quanto das emendas parlamentares, em favor da saúde do nosso povo.
Na política de inclusão social, estamos melhor ainda. A pontuação de Chapadinha é 79,03; o que nos coloca na posição 736 no ranking nacional. Esse indicador mostra que o Governo Belezinha tem preocupação em construir políticas públicas para as pessoas menos favorecidas. Os indicadores do IPS podem ser consultados no link https: https://ipsbrasil.org.br/explore/scorecard/2103208?year=2026
É notório que os recursos disponíveis são insuficientes para custear os investimentos da gestão, pois atualmente, apenas 25% dos municípios brasileiros conseguem ser autossustentáveis, gerando receita própria suficiente para custear sua própria existência, segundo levantamentos da Firjan. Os 75% restantes dependem financeiramente de repasses federais e estaduais (como o Fundo de Participação dos Municípios) para manter suas estruturas administrativas e serviços básicos.
É justamente para resolver esse problema, que Chapadinha (E o Baixo Parnaíba) conta com um parceiro forte para trazer recursos e articular políticas públicas junto aos demais ente federados, que é o deputado Aluízio Santos (PL), que tem colocado boas cifras para investimentos em saúde, educação, cultura, esporte e infraestrutura.
Pitágoras dizia que tudo está organizado segundo os números, e os números mostram que nas gestões da Belezinha, as coisas estão melhorando. Embora ainda existam desafios, o governo tem se esforçado diuturnamente para superá-los.
(*) cientista político, suplente de vereador (PL) e secretário Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

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