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domingo, 16 de novembro de 2014

“Canibais” de Olinda que faziam pastéis e empadas com carne humana são condenados pela Justiça

“Canibais” de Olinda que faziam pastéis e empadas com carne humana são condenados pela Justiça



Domingo, 16 de novembro de 2014


Isabel Cristina da Silveira, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira e Bruna Cristina Oliveira da Silva foram condenados pela morte da moradora de rua Jéssica Camila da Silva Pereira, em maio de 2008, além de terem praticado canibalismo com o corpo da adolescente, de 17 anos. 

O julgamento terminou na sexta-feira (14), em Olinda (PE). Negromonte foi condenado a 21 anos de reclusão e a um ano e seis meses de detenção, enquanto Isabel e Bruna foram condenadas a 19 anos de reclusão, além de um ano de detenção.

Segundo o Código Penal, a pena de reclusão é mais severa e já começa no regime fechado em estabelecimentos de segurança máxima ou média. A pena de detenção, mais branda, admite que o preso inicie o cumprimento da sentença no regime semiaberto, que pode se cumprido em colônias agrícolas, industriais ou similares, ou no regime aberto, cumprido em casas de albergado ou estabelecimentos adequados.

As vítimas Gisele e Alexandra foram enterradas no quintal

Os três foram condenados pelos crimes de homicídio quadruplamente qualificado, vilipêndio – que diz respeito à profanação do corpo da vítima – e ocultação do cadáver de Jéssica. Foram considerados ainda quatro agravantes do homicídio (motivo fútil, emprego de meio cruel, sem dar chance de defesa à vítima e para assegurar impunidade). 

A sentença foi lida  pela juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Olinda, Maria Segunda Gomes de Lima, que presidiu a sessão. A defesa pode recorrer da decisão.

O julgamento de Isabel, Bruna e Negromonte começou na tarde da quinta (13) e terminou sexta, por volta das 20h. De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público (MP), os réus mataram Jéssica e cortaram seu corpo em várias partes. O caso ganhou evidência pelo fato de Isabel, Bruna e Negromonte consumirem a carne da vítima. A filha da Jéssica, de cerca de 1 ano de idade na época do crime, também teria comido carne humana, dada pelos réus.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, Negromonte e Isabel eram casados e não podiam ter filhos, fazendo com que eles quisessem criar a filha de Jéssica como se fosse deles. O MP ressalta ainda que os assassinos fazem parte de uma seita, de nome “O Cartel” e que “a morte da adolescente, bem como todos os demais atos praticados pelos acusados, seriam de 'purificação' da vítima, cuja carne foi consumida nas refeições (...)”.

sábado, 23 de agosto de 2014

Dias depois de soltar atropelador de PM, Justiça condena policial por homicídio

Dias depois de soltar atropelador de PM, Justiça condena policial por homicídio


Sábado, 23 de agosto de 2014

(Imagem ilustrativa)
(Imagem ilustrativa)
O 2º Tribunal do Júri de São Luís condenou o cabo da polícia militar Nelson Eduardo Sousa Lopes a 7 anos e 09 meses de reclusão pelo assassinato de Carlos Alberto da Silva Monte, no dia 13 de dezembro de 1998, no bairro da Coheb.
O acusado acompanhado de Ernane Mendonça da Silva Sobrinho, também militar, mas que fora absolvido nesse mesmo julgamento, nas proximidades da Associação dos Moradores do Bairro da Coheb, por volta das 23h, avistaram a vítima e efetuaram tiros. Nelson Lopes, motivado por vingança, disse que a vítima teria praticado crime de roubo contra um parente seu.
O julgamento ocorreu no último dia 19 de agosto, na 2ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, e foi presidido pelo juiz Gilberto de Moura Lima que como efeito da condenação declarou a perda do cargo/função de policial militar do acusado. O réu poderá apelar da decisão em liberdade.
(As informações são da CGJ-MA)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Catador de lixo matou, estuprou e bebeu o sangue de menina de 10 anos

Catador de lixo matou, estuprou e bebeu o sangue de menina de 10 anos

Por Portal do MS



O catador de lixo de 48 anos, Celso Rodrigues Oliveira, matou a facadas, estuprou, bebeu o sangue e ocultou o corpo de uma criança de 10 anos em Mundo Novo, MS. Ontem a noite, o Júri Popular chegou ao veredicto de 37 anos e quatro meses de condenação.




Celso Rodrigues Oliveira, de 48 anos, morou de favor por dois anos, em um pequeno barraco que ele mesmo havia construído nos fundos de uma residência localizada no bairro São Jorge, periferia da cidade de Mundo Novo. O casal, proprietário do terreno, que morava na casa da frente, tinha uma filha de dez anos, da qual Celso era uma espécie de tutor, já que os pais da menor trabalhavam o dia inteiro, enquanto o catador fazia seu próprio horário de serviço.









No dia 24 de outubro de 2010, Celso convidou a menina para ir tomar banho no córrego, que passava nos fundos de uma fazenda em que seu irmão trabalhava. Sabendo antecipadamente que seu irmão não estaria no local, ele orientou a menor a mentir para a mãe, dizendo que iria à piscina na casa de uma amiga. Enquanto ela o esperava em uma rua próxima, ele pegou uma faca de cozinha colocou na cintura e seguiu com a garota de bicicleta até a propriedade rural.

Nas proximidades do rio Viticuê, ele pediu a menina em namoro, proposta recusada por ela, que disse estar apaixonada por um adolescente de 14 anos. Ele então desferiu um golpe de faca em seu pescoço e dois no abdômen. Enquanto a menina sangrava, pois segundo ele, ela demorou cerca de uma hora para morrer. Ele dizia que a amava já há dois anos, porém sempre foi rejeitado e por isso agiu daquela forma.

Segundo Celso, após a menina morrer, ele a teria beijado e em seguida a penetrado, porém, ele não explicou a origem de diversas marcas de unhas deixadas pela vítima em suas nádegas, tórax e braços, sugerindo que ela teria oferecido resistência a um possível crime sexual. Laudo médico comprovou que ela era virgem, tendo seu hímem rompido por Celso.

Ele afirmou ainda que deixou o corpo em cima de uma árvore e seguiu rumo a Mundo Novo, mas após percorrer alguns quilômetros, retornou ao local do crime, cavou a terra com as próprias mãos, e em seguida enterrou o corpo. Quando chegou em casa e notou o desespero dos pais, devido ao desaparecimento da filha, ele ainda ajudou nas buscas a menina.

Celso foi preso no dia seguinte, graças à informação de um rapaz que seguia pela rodovia BR-163 e tinha avistado o autor com a menor em sua bicicleta no dia do desaparecimento. Ele então confessou o crime e levou os policiais até o local, onde fez questão de desenterrar o corpo. Ele foi transferido às pressas da Cadeia Pública de Mundo Novo para outra unidade de segurança, pois a população, revoltada com o horrendo crime, tentou fazer um linchamento público.

Ele foi pronunciado pelo Juiz da Vara Criminal da Comarca de Mundo Novo pela prática dos crimes de homicídio, praticado com dissimulação, através de método cruel, além de tratar de vítima menor de 14 anos.

Na casa do acusado, foram encontradas várias fotos de crianças do sexo feminino, brinquedos de meninas, revistas pornográficas e quatro folhas de cadernos escritas com declarações de amor. O pai da menina, não suportou a situação e morreu uma semana após a morte da filha.