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terça-feira, 16 de junho de 2026

   Próximo rival do Brasil, Haiti busca primeiro ponto na história das Copas

Próximo rival do Brasil, Haiti busca primeiro ponto na história das Copas

 



Seleção caribenha disputa apenas sua segunda Copa do Mundo e mostrou competitividade na derrota por 1 a 0 para a Escócia na estreia
Foto: Divulgação/FIFA
A seleção do Haiti segue em busca do primeiro ponto de sua história em Copas do Mundo. Próxima adversária do Brasil, a equipe comandada por Sébastien Migné disputa sua segunda participação em Mundiais e tenta encerrar um jejum que começou em 1974, quando perdeu os três jogos da fase de grupos.

A única presença haitiana em uma Copa do Mundo antes de 2026 ocorreu na edição disputada na Alemanha Ocidental. Apesar das derrotas, o país entrou para a história ao marcar um gol contra a Itália e encerrar a sequência de invencibilidade do goleiro Dino Zoff, que acumulava um longo período sem ser vazado em partidas internacionais.

Na Copa do Mundo de 2026, o Haiti integra o Grupo C, ao lado de Brasil, Marrocos e Escócia. Na estreia, os caribenhos foram derrotados pela Escócia por 1 a 0, mas apresentaram atuação competitiva e ficaram longe de confirmar as previsões de que seriam uma das seleções mais frágeis do torneio.

Brasil busca primeira vitória

Seleção Brasileira busca primeira vitória na Copa do Mundo 2026 (Divulgação/FIFA)
A Seleção Brasileira volta a campo na próxima sexta-feira (19), quando enfrenta o Haiti em busca da primeira vitória na competição. O confronto também representa uma oportunidade para os haitianos conquistarem um resultado inédito em Copas do Mundo.

Com apenas duas participações no torneio, o Haiti tenta escrever um novo capítulo em sua história no futebol internacional diante de uma das seleções mais tradicionais do planeta.

Gustavo Coelho/Imirante Esporte
   Brasil terá Rede de Proteção aos Direitos da Pessoa Idosa

Brasil terá Rede de Proteção aos Direitos da Pessoa Idosa

 


União, estados e municípios atuarão juntos para ampliar políticas
Foto: Reprodução
O Brasil passou a contar, desde esta segunda-feira (15) com uma rede de proteção e defesa dos direitos das pessoas idosas. A finalidade é fortalecer a articulação entre diferentes níveis de governo e entidades na promoção de políticas públicas voltadas a essa população.

Segundo a Portaria nº 1.058/2026, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, a rede terá como finalidade promover ações coordenadas para assegurar o acesso a direitos, com base nos princípios da equidade, da não discriminação e do respeito à diversidade das etapas de envelhecimento.

A adesão à rede será voluntária e ada instituição ficará responsável pelos custos decorrentes de sua participação.

Entre as atribuições da rede estão:

. promoção do federalismo cooperativo;

. incentivo à elaboração de diagnósticos sobre o envelhecimento da população;

. fortalecimento da participação social;

. apoio a fóruns e entidades voltadas à defesa dos direitos das pessoas idosas.

A coordenação da iniciativa caberá à Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, em parceria com o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa.

A portaria estabelece ainda que os participantes deverão compartilhar informações, monitorar políticas públicas e apresentar planos de ação alinhados às diretrizes da rede.

Agência Brasil 

segunda-feira, 15 de junho de 2026

  Copa 2026: fim de semana tem 7x1 alemão, demissão e empate do Brasil

Copa 2026: fim de semana tem 7x1 alemão, demissão e empate do Brasil

 

Seleção joga mal e fica no 1x1 com o Marrocos

Foto: Reprodução
Um fim de semana movimentado e com muitas goleadas na Copa do Mundo de 2026. A Alemanha parece que gostou do placar e repetiu o 7x1, dessa vez em cima de Curaçao. Já a Suécia derrotou a Tunísia por 5x1, o que ocasionou na demissão do técnico tunisiano.

A Seleção Brasileira reiniciou sua preparação com foco na segunda partida do Mundial. A expectativa da comissão técnica é ter Neymar em campo já mexendo com bola e, de repente, até ser relacionado para o banco de reservas para a partida contra a equipe do Haiti.

Na estreia, no último sábado (13), o Brasil não jogou bem e terminou empatado 1x1 com o Marrocos, depois de um primeiro tempo irreconhecível da Seleção Brasileira. Ao ser perguntado na coletiva por que demorou tanto a mexer no time, o técnico Carlo Ancelotti não gostou do questionamento

"[Fizemos] substituição no minuto 45 e outra no minuto 59, entendeu? Duas mudanças no minuto 45, outra no minuto 59 e eu acho que não perdemos tempo para fazer mudanças."

André Luiz Mendes/Rádio Nacional/radioagência 




  Tarifaço: Moraes nega adiar julgamento de Eduardo Bolsonaro no STF

Tarifaço: Moraes nega adiar julgamento de Eduardo Bolsonaro no STF

 





Caso será julgado nesta terça (16) pela Primeira Turma do tribunal
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (15) pedido para adiar o julgamento da ação penal em que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro é réu pela acusação de coação no curso do processo. O caso trata da articulação de Eduardo para promover o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras.

O caso será julgado nesta terça-feira (16) pela Primeira Turma do tribunal, que é formada pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, além de Moraes, relator do processo.

O adiamento foi solicitado pela Defensoria Pública da União (DPU), órgão que atua na defesa do ex-parlamentar.

Entre os argumentos apresentados, o órgão alegou que turma está com quatro dos cinco ministros desde a transferência de Luiz Fux para a Segunda Turma no ano passado. Para a DPU, um ministro deve ser convocado para compor o julgamento.

Ao negar o pedido de adiamento, Moraes disse que o regimento interno da Corte definiu que as turmas podem funcionar com quórum mínimo de três ministros.

"Não há, portanto, qualquer violação aos princípios do juiz natural e da colegialidade no julgamento da presente ação penal, em ampla observância aos princípios constitucionais, ao Regimento Interno deste Supremo Tribunal Federal e às normas processuais", afirmou Moraes.

Tarifaço

Em novembro do ano passado, o STF aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação de Eduardo Bolsonaro junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte.

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Antes de liberar o caso para julgamento, Alexandre de Moraes determinou a notificação do ex-deputado por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular.

Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela DPU.

Nas alegações finais apresentadas ao Supremo, o órgão defendeu a anulação do processo e disse que Moraes não pode julgar o caso poder ter sido vítima do cancelamento de vistos e das sanções financeiras oriundas da Lei Magnitsky.

“Aqui o julgador é, ao mesmo tempo, a principal vítima das condutas que é chamado a julgar”, disse a DPU.

André Richter / Agência Brasil
   Anvisa mantém suspensão, mas libera parte de lotes de produtos Ypê

Anvisa mantém suspensão, mas libera parte de lotes de produtos Ypê

 


Desinfetantes, lava-roupas e detergentes não podem ser vendidos

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão do comércio, distribuição e uso de lotes específicos de produtos Ypê. A medida publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15) se aplica a desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos.

A agência, porém, publicou outra resolução liberando lava-louças líquidos e desinfetantes fabricados a partir de março de 2026, com final de lote 1. Os produtos fabricados a partir de abril também já estavam liberados.

Lotes afetados

Segundo a Anvisa, a suspensão foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na RDC nº 47/2013, identificado durante inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026.

. Desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê: suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;

. Detergentes lava-louças (incluindo versões com enzimas ativas, toque suave, concentrado e linhas clear e green): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;

. Lava-roupas (Tixan Ypê e Ypê líquido - antibac, coco e baunilha, premium): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de abril de 2026.

De acordo com a assessoria da Ypê, a empresa apresentou hoje (15) à Anvisa os resultados dos laudos de análise realizados por laboratórios autorizados para todos os lotes de final 1 produzidos nos meses de janeiro e fevereiro de 2026 para esses mesmos produtos, na expectativa de que também sejam liberados após análise.

Análises e restrição

De acordo com a agência, os laudos apresentados pela empresa indicaram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas, o que levou à restrição da medida apenas aos lotes mais antigos.

Para desinfetantes e detergentes, foram considerados adequados os produtos fabricados entre 1º e 31 de março de 2026. Já no caso dos lava-roupas, os testes demonstraram conformidade para os itens produzidos entre 1º de abril e 7 de maio de 2026.

Monitoramento no mercado

A agência informou ainda que os produtos atingidos que já tenham sido distribuídos e estejam disponíveis no mercado devem seguir as tratativas acordadas com a empresa quanto à manutenção de ações de monitoramento sanitário.

Entenda o caso

A crise começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê após identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo.

A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.

O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um episódio de contaminação microbiológica envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da linha lava-roupas.

Bactéria

A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria comum no ambiente e pode ser encontrada na água, no solo e em locais úmidos. Em pessoas saudáveis, normalmente não causa problemas graves.

No entanto, ela pode provocar infecções em pessoas com imunidade baixa, como pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, idosos e pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico.

Por isso, a Anvisa classificou as medidas adotadas como preventivas para evitar riscos à saúde da população.

Agência Brasil