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sexta-feira, 28 de março de 2014

“Não estou entendendo o motivo”, diz Roseana sobre greve da PM

“Não estou entendendo o motivo”, diz Roseana sobre greve da PM


Sexta-Feira, 28 de março de 2014

Foto 7 SES - incentivo financeiroA governadora Roseana Sarney (PMDB) criticou nesta quinta-feira  (27) a paralisação de parte da Polícia Militar, decidida na quarta-feira, (26), por reajuste maior do que o acordado entre o Governo do Estado e a categoria em 2011.
A peemedebista disse não estar entendendo o movimento e acrescentou que já pediu ao comandante da PM, coronel Zanoni Porto, um “relato completo” do caso.
“Já pedi um relato completo do comandante da Polícia Militar, o coronel Zanoni Porto, pois não estou entendendo o motivo dessa paralisação desse pequeno grupo de militares, afinal fizemos mais do que estava acordado após a greve de 2011. Sendo assim, só me resta acreditar que é um movimento político”, afirmou.
Desde fevereiro a categoria estudava a possibilidade de mais uma greve. Os militares criticam o reajuste de 7% concedido pelo Governo do Estado (reveja). Segundo eles, a medida não reflete aumento, apenas reposição de perdas salariais com a inflação.
Com o reajuste, um soldado, por exemplo, que recebia R$ 2.396,80 em 2013, a partir de março deste ano terá sua remuneração elevada para R$ 2.564,58. Exatamente o que foi proposto em acordo que possibilitou o fim da greve de 2011 (relembre todo o acordo aqui).
Mesmo assim, eles decidiram pelo aquartelamento, que já começou. Inicialmente, todos as viaturas que estão nas ruas estão sendo chamadas para  Fetaema, onde se decidirá o local do acampamento. Provavelmente na Assembleia Legislativa, mais uma vez.
Do blog do Gilberto Léda

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Paralisação dos  Delegados e Ameaça de Greve da Polícia Militar

Paralisação dos Delegados e Ameaça de Greve da Polícia Militar

Delegados civis decidem manter paralisação parcial e  políciais e bombeiros militares alertam que poderão entrar em greve a partir desta quinta-feira (24).

Marconi Chaves Lima - Presidente da Adepol/MA











Na manhã de hoje (22), aconteceu uma reunião para discutir sobre a continuidade ou não da greve dos delegados de Polícia Civil do Maranhão.


 Participaram da reunião, a delegada geral de Polícia Civil, Maria Cristina Meneses; o secretário de estado de segurança, Aluísio Mendes; o delegado geral Marcos Affonso; Sebastião Uchôa, superintendente de Polícia Civil da capital, e Jair Paiva, superintendente de Polícia Civil do Interior, além de representantes da Associação de Delegados de Polícia Civil (Adepol).

As atividades permanecem parcialmente paralisadas até o próximo dia 29, data em que está marcada uma reunião com a governadora Roseana Sarney, que irá rever o texto enviado pela categoria à Assembléia Legislativa do Estado. 

A principal reivindicação dos delegados é a inclusão do cargo de delegado como Carreira Jurídica do Estado do Maranhão.

O presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil (Adepol) informou que convocará nesta tarde uma assembléia com a categoria, para repassar as decisões tomadas durante a reunião desta manhã.




Polícia Militar -  políciais e bombeiros militares alertam que poderão entrar em greve a partir desta quinta-feira (24).





















Por Glaucione Pedrozo/O Imparicial

De acordo com Roberto Campos, diretor de assuntos políticos da Associação dos Servidores Públicos Militares do Maranhão (Assepmma), o Governo do Estado e a Assembleia Legistativa do Maranhão (Alema) ainda não se manifestaram sobre o assunto.

Campos afirmou ainda que amanhã (23) haverá uma reunião na Alema para que sejam esclarecidos alguns pontos e a partir daí, será decidido se a greve será ou não deflagrada.

No último dia 8, os militares do Maranhão paralisaram suas atividades em frente à Assembleia Legislativa do estado para reivindicar o reajuste salarial e melhores condições de trabalho. 

O presidente da Casa, deputado Arnaldo Melo, se comprometeu em mediar as negociações desde que a os militares suspendessem a greve por um prazo de 15 dias. Na ocasião da manifestação, a governadora Roseana Sarney estava licenciada e o então governador em exercício, Whashington Luís, também não estava no estado, pois estava cumprindo agenda oficial em Salvador.

Os militares suspenderam a manifestação por uma promessa de um possível acordo a ser firmado dentro de 15 dias a contar do dia da manifestação (dia 8) e amanhã (23) completa o prazo pedido para suspensão da greve.


CONTROVÉRSIAS


Apesar do alerta de greve ter sido confirmado hoje (22) pelo diretor de assuntos políticos da Assepmma, ontem (21) o próprio Roberto Campos confidenciou em conversa com “O Imparcial” que já existiam possíveis acordos em andamento e que a possibilidade de greve era quase nula, o que foi noticiado tanto na edição impressa, quanto no portal de “O Imparcial”.

Porém, hoje (22), em nova conversa, Campos não descartou a possibilidade de novas manifestações e negou qualquer acordo em andamento com Governo do Estado.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Policia Militar e Bombeiros entram em Greve no Maranhão

Policia Militar e Bombeiros entram em Greve no Maranhão

Por CN1



Os policiais militares e bombeiros do Maranhão cruzaram os braços nesta terça-feira (8). A paralisação deve durar três dias, e logo depois entra em vigor a “operação padrão”, na qual os militares só irão trabalhar se tiverem condições legais de trabalho.

A decisão foi tomada em Assembleia Geral realizada na noite de ontem (7), na Federação dos Trabalhadores da Indústria do Estado do Maranhão (FETIEMA).

O governo Roseana Sarney teria pedido mais três semanas para concluir as negociações, mas a categorias ficou com receio pela questão do tempo, pois o reajuste precisa ser votado juntamente com o Orçamento 2012 na Assembleia Legislativa

A reivindicação é de melhores condições de trabalho, reestruturação do plano de carreiras e reposição salarial de 30%.

Bombeiros e militares permanecem protestando na porta da sede do Poder Legislativo desde as 6 horas da manhã de hoje.

Com informações do Blog Marrapá