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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Mary Ferreira lança livro nesta terça, sobre "Vereadoras e Prefeitas Maranhenses"  na Câmara Municipal de Chapadinha

Mary Ferreira lança livro nesta terça, sobre "Vereadoras e Prefeitas Maranhenses" na Câmara Municipal de Chapadinha


Do  Portal  CN1

Segunda-Feira, 06  de dezembro de 2016

A Câmara Municipal de Chapadinha sedia nesta terça-feira (06), às 19 horas o lançamento do livro "Vereadoras e Prefeitas Maranhenses - Ação Política e Gestão Municipal com enfoque de gênero", da bibliotecária e pesquisadora Maria Mary Ferreira. 

Mary Ferreira, disse ao Portal CN1, que o livro é uma forma de divulgar os resultados da pesquisa sobre a Participação das Mulheres Maranhenses na Política, com destaque as vereadoras de Chapadinha que constituíram uma amostra da referida pesquisa. "Portanto, esse evento também se constitui numa forma de retornar à esse público, os resultados da pesquisa e a importância de discutirmos a necessidade de uma maior participação das mulheres nos espaços de poder e em cargos eletivos na política municipal e em outras esferas públicas", disse a pesquisadora. 

- Lançamento do Livro da Professora e Pesquisadora Mary Ferreira "Vereadoras e prefeitas maranhenses: Ação Política  e Gestão Municipal com enfoque em gênero"
- Local: Câmara Municipal de Chapadinha-MA
- Data: 06/12/2016
- Horário: 19 horas



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Chapadinha: Vereadora Graça Nunes é empossada no lugar de Eduardo Sá, cassado na semana passada

Chapadinha: Vereadora Graça Nunes é empossada no lugar de Eduardo Sá, cassado na semana passada


Sexta-Feira, 19 de setembro de 2014


A suplente de vereadora Graça Nunes (PV) foi empossada na tarde desta quinta (18), durante sessão da Câmara Municipal de Chapadinha, no lugar do vereador Eduardo Sá (PRTB), afastado do cargo na semana passada pela Justiça local.

Graça Nunes foi presidente da Câmara Municipal, por dois anos, no pleito passado.

O vereador Eduardo Sá promete recorrer da decisão do Juiz Cristiano Simas.

Foto: Japa

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Confusão  na Câmara: Vereadores não suportam pressão popular e sessão é suspensa

Confusão na Câmara: Vereadores não suportam pressão popular e sessão é suspensa




Do blog do William Fernandes

Sexta-Feira, 11 de abril de 2014

O tiro saiu pela culatra. Depois de aprovarem um pedido de suspensão do concurso de Chapadinha, os vereadores de oposição se viram aperreados. Ao perceber a intenção de tirar proveito da situação, dezenas de aprovados no concursos tomaram conta da galeria cortaram o barato dos parlamentares. A pressão foi tamanha, que a sessão foi suspensa.



A sessão desta quinta-feira (10), na Câmara Municipal de Chapadinha foi tensa e bastante tumultuada. A galeria estava lotada de pessoas revoltadas com a atitude dos vereadores que aprovaram um pedido do vereador Marcelo Meneses, de suspensão do concurso para preenchimento de vagas para  a prefeitura de Chapadinha, alegando que houve irregularidades e que pessoas ligadas à atual administração teriam sido beneficiadas.

Ocorre que, as pessoas que foram aprovadas não se conformam com a possibilidade de anulação, como querem os vereadores de oposição. Durante a sessão, os discursos dos vereadores eram constantemente interrompidos sob intensas vaias. Os mais vaiados foram o presidente da Câmara, Nonato Baleco e o vice, Eduardo Braga. Marcelo não participou da sessão. 

Diferentemente de outras sessões polêmicas, quando o presidente sempre deixava ir até o último discurso, normalmente em ataques contra a prefeita Belezinha, desta vez ele não suportou a pressão e suspendeu a sessão.

Revolta 

Dentre os mais revoltados, estavam justamente pessoas que não votaram no grupo da prefeita Belezinha, mas que foram aprovadas, como a professora Rita Monteiro, que partiu pra cima do presidente da Câmara Nonato Baleco, indignada com a maneira como estão tratando o concurso. "Eu passei por mérito. Agora querem me tirar o direito de exercer minha função e ganhar meu salário. Isso eu não aceito de jeito nenhum. Vamos lutar até a ultima gota de sangue", disse Rita, em tom de revolta.

Ela ainda dirigiu-se ao vereador Eduardo Braga (PT). "O vereador Eduardo Braga vem dizer que eu estou ganhando dinheiro de Belezinha pra ficar falando. Vocês sabem muito bem que eu votei foi no Magno Bacelar, mas justiça tem que ser feita. Eu passei e tenho direito. Eu quero exercer meus direitos, Eduardo Braga. Eu quero assumir o meu concurso que que você nos roubou. Todos vocês são ladrões. Ladrões de esperanças e ladrões de lares", indignou-se a professora.

Uma mulher chegou a dar um empurrão em Baleco. Outra mulher, que foi aprovada no concurso, chegou a discutir rispidamente com uma professora que trabalha como assessora da Câmara.
  

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Em sessão tumultuada Câmara aprova realização de Concurso Público em Chapadinha

Em sessão tumultuada Câmara aprova realização de Concurso Público em Chapadinha



Por 10 a 3, a Câmara Municipal de Chapadinha aprovou o PL da prefeitura, para a realização de concurso. As 663 vagas serão preenchidas, segundo vereadores da base aliada que aprovaram o projeto.

Apenas o vereador Marcelo Meneses – PSDB não compareceu à sessão, alegando problemas de saúde. O clima foi de bagunça, do começo ao fim, com manifestações acintosas da galeria, tanto a favor, quanto contra o projeto.

Por William Fernandes
Quinta-feira, 21 de novembro de 2013


A sessão desta quinta, 21 de novembro, entrará para a história da política de Chapadinha, como uma das mais tumultuadas e bagunçadas. Com galeria lotada, os vereadores tiveram dificuldades para dar  suas justificativas antes de cada voto. De um lado da galeria, estudantes universitários e professores da rede municipal, favoráveis à ampliação do número de vagas, vaiavam a cada vereador da base aliada que defendia a manutenção das 221+442 vagas.

Do outro lado, em número um pouco menor, mas não  menos barulhenta, uma torcida a favor do projeto do executivo. Foi quase impossível ouvir os discursos dos parlamentares. Houve um momento em que o presidente da Câmara, Nonato Baleco, pediu à PM, que estava presente, para que retirasse da galeria um homem, que foi confundido com outro que teria dito algo para o vereador Braga, que discursava naquele momento. Depois de alguns minutos de paralisação ninguém foi retirado e a sessão continuou, com muita gritaria. Foi uma bagunça total.

Apenas a emenda do vereador Eduardo Braga-PT, que previa a retirada da terceirização de alguns serviços, foi aprovada por unanimidade. A emenda, também de Braga, que  previa o número de 613 vagas diretas, foi derrotada por 10 a 3. Segundo os vereadores que não concordaram com a proposta do petista, a emenda é inconstitucional, pois somente o executivo pode propor a criação de vagas. No fim, venceu a proposta do Executivo, por 10 a 3.

Ruas próximas à Câmara foram interditadas. Nos arredores da Câmara e da Praça Coronel Luis Vieira não havia mais vagas para estacionamento. PMs e Guardas Municipais foram acionados para garantir a segurança. Um telão foi instalado do lado de fora do Legislativo, para transmissão da sessão, que também foi transmitida simultaneamente por três emissoras de rádio e via internet.

Votaram a favor do projeto do Executivo, os vereadores Toinho Marinheiro (PR), Antonio Odilon (PRB), Murici (PRB), Manim (PT), Irmão Carlos (PRTB), Lívia Saraiva (PRB), Samuel Nistron (PMDB), Raimunda Vasconcelos (PRB), Francisca Aguiar (PV) e Márcia Gomes (PR); Apenas os vereadores de Oposição, Eduardo Braga (PT), Eduardo Sá (PRTB) e Misse Clay Araújo (PR), votaram contra. O presidente da Câmara só votaria em caso de empate.

O vereador Irmão Carlos – PRB, líder do governo na Câmara, chegou a taxar de ‘irresponsável’ a atitude do colega Eduardo Braga, por ter lançado a proposta de emenda aditiva, postulando o aumento do numero de vagas. “É lamentável a atitude do vereador Eduardo Braga, quando colocou esta emenda, sabendo ele que era inconstitucional. Jogou na mídia, para que pudesse colocar a população de Chapadinha contra os vereadores. Foi um ato irresponsável. Ele agiu de maneira irresponsável com a Câmara e com todos os seus colegas vereadores. Eu pediria que ele deixasse para criar essas vagas quando ele for o prefeito de Chapadinha”, disse Irmão Carlos.

Braga interferiu perguntando: “Vossa Excelência votaria em mim [para prefeito]?”.  Ao que o líder do governo respondeu: “sim”.

Em outro momento tenso das discussões, o decano da Câmara, Samuel Nistron, chegou a aumentar o tom com o vice-presidente da Casa, Eduardo Braga, dizendo que ele estaria insuflando as pessoas contra os colegas vereadores e que ele deveria respeitar o direito e a liberdade de cada vereador de se expressar. 

A prefeitura irá baixar Edital determinando o período de inscrições e da realização das provas, além de especificar cada vaga e respectivos salários. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Vereador Samuel volta a pressionar Balequinho para que devolva quase R$ 300 Mil, que estariam sobrando, à prefeitura de Chapadinha

Vereador Samuel volta a pressionar Balequinho para que devolva quase R$ 300 Mil, que estariam sobrando, à prefeitura de Chapadinha



Sexta-Feira, 20 de setembro de 2013

Experiência é o que não falta ao vereador Samuel Nistron (PMDB). São 7 mandatos consecutivos. Ele tirou dois meses de licença para recuperar-se de problemas de saúde e parece ter voltado com as baterias bem recarregadas. O vereador Nonato Baleco (PDT), presidente da Câmara Municipal de Chapadinha, que o diga.


Nas últimas sessões, Nistron não tem dado folga a Balequinho. Depois de criticar a contratação de uma empresa de comunicação por cerca de R$ 250 Mil/ano, sem o conhecimento dos demais pares, nem mesmo dos membros da Mesa Diretora da Casa, o decano agora aperta o presidente para que ele devolva à prefeitura os quase R$ 300 Mil que estariam sobrando, guardados na conta da Câmara Municipal, justamente para que fossem revertidos em obras para o povo, sobretudo na recuperação dos poços artesianos da cidade, vez que a população enfrenta séria crise de falta de água.

Os tais 300 mil seriam utilizados para uma reforma no prédio da Câmara para oferecer mais conforto aos parlamentares, o que não é do agrado do experiente Samuel. 

- Não temos nenhuma necessidade em utilizarmos [os recursos]. Nossa estrutura física e administrativa não necessita de reparos, edificações ou de outros suportes. Nosso recurso sobra e sobra bem.
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Sofia Comunicação se manifesta sobre história do sócio que teria dois CPF
Malandragem

Para o vereador do PMDB, utilizar estas sobras sem necessidade seria “falta de sensibilidade, pura malandragem”.

Beneficiários de Sofia e promoção de candidatura a deputado

Samuel disse ainda, que Balequinho ganhou novos aliados, que “são justamente os ‘beneficiários da Sofia Comunicações' [empresa que ganhou a controversa licitação para cuidar da divulgação da Câmara] e completou, dizendo que “ficou bem claro que a Sofia foi contratada justamente para promover sua campanha a deputado estadual”.

Samuel questionou também o fato de Balequinho ter sido o único parlamentar a se manifestar contra a sua proposta de evolução do dinheiro à prefeitura.

Traidor

Na sessão da última segunda-feira, 16, Balequinho pos em dúvida a idoneidade de Samuel, que nunca foi eleito presidente da Câmara, mesmo sendo detentor de sete mandatos de verador, ao que Samuel respondeu na sessão de hoje: “Quanto aos sete mandatos sem chegar à presidência, afirmo a V. Exª que não foi por falta de confiança de meus pares, e sim, pessoas com idéias próprias, às vezes são excluídas. Mês melhor é nunca ter chegado à presidência desta Casa, do que ser taxado de traidor, como é o caso de V. Exª com o Dr. Levi”.

Samuel finalizou lembrando que Balequinho só foi eleito graças a ele e que deveria lhe agradecer todos os dias, pois “foi através do meu voto e de minha expressiva votação ter puxado como um peixe fisgado pelo anzol do fundo da água, que V. Exª chegou a ser vereador e, consequentemente, à presidência da Casa.