Mostrando postagens com marcador Dr. Almir Moreira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dr. Almir Moreira. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de julho de 2017

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Marina Silva, a "Madre Tereza" do Xapuri

Marina Silva, a "Madre Tereza" do Xapuri


Por Almir Moreira - advogado chapadinhense

Terça-Feira, 09 de setembro de 2014




Marina Silva, "renovadora da política", já foi vereadora, senadora e ministra de estado, tudo às custas dessa legislação eleitoral ultrapassada cujo questionamento ela nunca fez. Sem falar que seu marido até outro dia era secretário de estado no Acre. Portanto, conhece e participa há muito tempo da política. 

Marina Silva, protetora das saúvas, se pudesse os bichos e as árvores mereceriam mais atenção do que os humanos, em tudo é contra o agronegócio, embora este setor seja responsável pela comida em nossa mesa e pela parte sadia da economia. Em 2013 enquanto a balança industrial apresentou déficit de US$ 105 bilhões o setor agropecuário apresentou um superávit de US$ 82,91 bilhões. Enquanto o agronegócio salva a economia do Brasil da degola ela faz tudo para diminuir a área plantada, em nome de uma tal de sustentabilidade nunca explicada com exatidão.

Marina Silva, a madre "Teresa" do Xapuri, com aquela fala mansa e enjoada não diz coisa com coisa, mostra-se totalmente despreparada para exercer para a presidência. Típica de sua fala confusa veja como ela pronunciou-se a respeito da fé: "Todos nós agimos em base na relação realista dos fatos, mas os seres humanos, eles têm uma subjetividade. Uma pessoa que crê, obviamente que tem na Bíblia uma referência. Assim como tem na referência a arte, a literatura. Às vezes você pode ter um ‘insight’ assistindo um filme. O quanto nós já avançamos, do ponto da ciência, da tecnologia, pela capacidade antecipatória que você encontra, enfim, na indústria cinematográfica…

” . Entederam? Caso necessitem indico o dicionário de Gilberto Gil. Nele, destrambelho como esse, pode ser "decifrado".

Marina quer agradar a todos. É uma geléia geral… Marina no mesmo instante que é favor também é contra. Seu discurso de tão dissimulado termina por enganar as duas situações. No geral, sai como vítima. Não é tola faz a velha política corretamente. Se o bem e o mal brincarem termina por se colocar acima dos dois.

Dizem "desse ser que paira no éter", ex-petista, ex - católica, ex-Teologia da libertação, ex-pv, devemos por a barba de molho. A aura de santidade aliada a uma linguagem vaga e messiânica sugere mais engodo do que esperança.
 



Marina Silva, "renovadora da política", já foi vereadora, senadora e ministra de estado, tudo às custas dessa legislação eleitoral ultrapassada cujo questionamento ela nunca fez. Sem falar que seu marido até outro dia era secretário de estado no Acre. Portanto, conhece e participa há muito tempo da política. 


Marina Silva, protetora das saúvas, se pudesse os bichos e as árvores mereceriam mais atenção do que os humanos, em tudo é contra o agronegócio, embora este setor seja responsável pela comida em nossa mesa e pela parte sadia da economia. Em 2013 enquanto a balança industrial apresentou déficit de US$ 105 bilhões o setor agropecuário apresentou um superávit de US$ 82,91 bilhões. Enquanto o agronegócio salva a economia do Brasil da degola ela faz tudo para diminuir a área plantada, em nome de uma tal de sustentabilidade nunca explicada com exatidão.

Marina Silva, a madre "Teresa" do Xapuri, com aquela fala mansa e enjoada não diz coisa com coisa, mostra-se totalmente despreparada para exercer para a presidência. Típica de sua fala confusa veja como ela pronunciou-se a respeito da fé: "Todos nós agimos em base na relação realista dos fatos, mas os seres humanos, eles têm uma subjetividade. Uma pessoa que crê, obviamente que tem na Bíblia uma referência. Assim como tem na referência a arte, a literatura. Às vezes você pode ter um ‘insight’ assistindo um filme. O quanto nós já avançamos, do ponto da ciência, da tecnologia, pela capacidade antecipatória que você encontra, enfim, na indústria cinematográfica…

” . Entederam? Caso necessitem indico o dicionário de Gilberto Gil. Nele, destrambelho como esse, pode ser "decifrado".

Marina quer agradar a todos. É uma geléia geral… Marina no mesmo instante que é favor também é contra. Seu discurso de tão dissimulado termina por enganar as duas situações. No geral, sai como vítima. Não é tola faz a velha política corretamente. Se o bem e o mal brincarem termina por se colocar acima dos dois.

Dizem "desse ser que paira no éter", ex-petista, ex - católica, ex-Teologia da libertação, ex-pv, devemos por a barba de molho. A aura de santidade aliada a uma linguagem vaga e messiânica sugere mais engodo do que esperança.
 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A Justiça e a Lei

A Justiça e a Lei



Por: Almir Moreira, advogado

Quinta-Feira, 26 de junho de 2014




Nesta terra de honestos e sabichões, salta aos olhos a quantidade de opiniões a respeito de alguns assuntos. Geralmente é gente engajada na política a puxar a fila dos entendidos. Sem entender bulhufas de certas matérias, ainda assim, cinicamente cospem "argumentos" de todo jeito (servindo a seus interesses, tudo pode!).

No futebol, até que vez em quando dão uma dentro – a paixão aqui é justificável. Noutras áreas, porém, a paixão os cega. Foi assim com o caso referente ao concurso público realizado pela Prefeitura. Bastou um questionamento no Judiciário a respeito de situação particular para logo enxergarem vício em tudo. Em poucas horas, "doutos" do pensamento genérico instruíram e sentenciaram. 

Submetido o processo à realidade - crivo do Juiz, sob análise científica -, exaurida a parte do devido processo legal, pode-se vislumbrar, por meio de decisão interlocutória proferida recentemente, que o concurso será mantido. Esse o vaticínio de então, que pôs abaixo os esquálidos argumentos dos sabichões. 

Sem entenderem nada a respeito da distinção entre lei (ditame da razão prática), direito (pressuposto do justo natural) e justiça (virtude moral e social), arvoraram-se a condição de Juízes ou de experts no tema, e coisinhas de latrina salpicaram nas mídias da moda.

A lei para acudir dois aspectos importantes - o bem comum e seu fim pedagógico - precisa sempre partir do seguinte pressuposto: uma lei que não atente para a razão não é propriamente lei, mas perversão da lei. Alguém já disse, em síntese: "é impossível que o indivíduo seja bom se não guarda certa proporção com o bem comum da cidade onde vive". De modo análogo, isso se estende à norma jurídica. 

Ora, as decisões judiciais fundam-se nessas mesmas premissas, afinal tornam-se leis entre as partes. Pela leitura dessa decisão, percebe-se que o Juiz responsável por ela é daqueles que leu e concordou com esses princípios fundantes do sentimento de justiça, presentes desde o clássico de Sófocles, a obra Antígona, em que o conceito de justiça está além do sentido puro e frio da lei.

A névoa preconceituosa aliada à politicagem do quanto pior melhor, somadas ainda à vulgaridade desse tipo de pensamento desprovido de conhecimento elementar - como o do princípio apontado - definem o atual padrão político-jornalístico em que jazemos, cujas peripécias maldosas de todos os jeitos vão sendo disseminadas.

terça-feira, 10 de junho de 2014

BRASIL-ZILZILZIL!!!! Ou: CHAPADINHA-AAAAAAA. "É NOIS"

BRASIL-ZILZILZIL!!!! Ou: CHAPADINHA-AAAAAAA. "É NOIS"



Por: Almir Moreira, advogado

Terça-Feira, 10 de junho de 2014




Contrariando o que de melhor nos deixou a escola de Platão e Aristóteles, o mestre questionar a si próprio e aos seus alunos se os temas objeto de seus estudos partem dos princípios e se as premissas para conhecê-los são as corretas, no nosso meio o desprezo pelo conhecer é brutal. Só há falácia. Conversa superficial, contraditória, sem embasamento nenhum. Sofisma. Não há nenhuma preocupação honesta em conhecer a respeito do tema eventualmente tratado, em estudar o mínimo possível a fim de emitir opinião. Como o cão de Pavlov, gente autointitulada de jornalista, apresentador, comentarista ou parlamentar bocó baba diante da repetição de chavões memorizados.

Embalados por uma linguagem corrompida, vão adulterando conceitos. Comum ouvir, por exemplo, coisinhas como esta: PSDB é um partido de direita. Num programa de rádio local, um dos comentaristas admirava-se da aliança celebrada entre Flávio Dino e Aécio Neves, e disse: como pode aliar-se logo com a direita? Gente com pensamento de direita sente ultraje com uma afirmação dessa! Logo o PSDB! Partido de natureza social-democrata, cujo Estado, como é considerado em seu programa, é concebido como ente central para realização da cultura, política e economia. Direita, meu besta!, é definida pela concepção compreendida a respeito do papel do Estado e ponto. Economia com baixa regulação, impostos mínimos, ampla liberdade para empreender, império da lei, enfim, Estado voltado para suas funções clássicas: segurança, saúde, educação básica, relações exteriores, justiça e defesa caracterizam o pensamento de direita. 

Mas, caso a imbecilidade inculta fosse o único problema, a solução seria menos difícil; não estou dizendo mais fácil, viram?, digo menos difícil, porque aí uma boa dose de humildade poderia resolver o problema. O falante, ao cair em si, iria se preocupar com sua fala (opinião), certamente recorreria ao estudo imparcial para conhecer o objeto sobre o qual opinaria. Porém, o buraco é mais embaixo, grosso modo essa gente metida a jornalista divulgador de notícias e analistas dos fatos só faz deliberadamente política partidária ou ideológica. Esses valentes à frente de microfones ou computadores, geralmente sozinhos ou em grupos identitários, deitam e rolam. Notícia, a de interesse de seu “clube”. Fôssemos elencar a quantidade de impropriedades ditas ou escritas no seio dessa “intelligentsia”, textos e mais textos brotariam!

Essa gente é por um lado do mesmo naipe da turma que vibra com a frase... “é nois!”, e por outro, mais sério, se embrincam com ideologia atrasada que vê no Estado a razão de tudo e a democracia não como o império da lei, mas como um fim para dominar.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Informação (Ou: manipulação partidária)

Informação (Ou: manipulação partidária)



Por: Almir Moreira, advogado

Quinta-Feira, 05 de junho de 2014





A imprensa sempre teve capacidade de manipulação. Não foi à toa o dito por Joaquim Nabuco: “uma das maiores burlas dos nossos tempos terá sido o prestígio da imprensa. Atrás do jornal, não vemos os escritores, compondo a sós o seu artigo. Vemos as massas que o vão ler e que, por compartilhar dessa ilusão, o repetirão como se fosse o seu próprio oráculo.” Mas ela, apesar dessa capacidade, também promove a integração social ao tornar público fatos suscetíveis de provocarem conversas entre as pessoas, toma posição, opina, etc.

Contudo, nos últimos 40 anos, a mídia – falo em termos gerais – largou de lado a função de integração, agora ela é só manipulação, controle social, propaganda partidária. Em regra, a concentração da propriedade dos veículos de comunicação ocasionou isso, embora, claro, hajam outros fatores. Isto gera uma situação anormal, de neurose, esta compreendida como uma mentira esquecida cujo sujeito ainda nela acredita. 

Meteram na cabeça das pessoas a existência de uma hierarquia de autoridade em cujo rol a mídia é incluída; condição mentirosa, mas importante para este intento, por isso vez por outra nos deparamos com alguém pronunciando acerca de algum acontecimento dizendo: eu vi isso no Jornal Nacional. Lasca a assertiva como se tivesse ouvido de um Deus! Tem como verdade absoluta, irrefutável. 

O que chamam de debate não passa de embate só entre pessoas que concordam. O que chamam de notícia é a elevação do fato às últimas consequências dos interesses de grupos ou partidos. Não, queridos, informação e debate passam longe do que se tem hoje como imprensa; seleção de notícias, narrativas distorcidas carregadas de ideologia ou de interesses de grupos identitários não podem ser considerados como a função primordial da imprensa. 

Escritos em jornais, blogs, redes sociais ou assuntos espichados propositalmente em rádios sobre determinados temas, escolhidos seletivamente, no geral, escondem interesses partidários.