Francisca Aguiar ratificou a necessidade do parlamento aprovar o projeto de lei, dizendo que é necessário que os parlamentares desviem as atenções de picuinhas e interesses partidários, focando as reais necessidades do povo.
Terça-Feira, 12 de novembro de 2013
Na sessão da última quinta-feira, 07, a vereadora Francisca Aguiar usou a tribuna da câmara municipal de vereadores de Chapadinha, para tecer comentários acerca das polêmicas que envolvem projeto de lei do executivo, para realização de concurso público no município.
A parlamentar disse que como boa parte da população por ela o concurso público disponibilizaria mais vagas. No entanto, não adiantaria segunda ela efetivar uma gama de servidores, sem que houvesse a garantia do devido recebimento de seus proventos.
Sobre a polêmica criada em torno do cadastro de reserva, a parlamentar foi categórica ao dizer que isso é a garantia de que no futuro não será necessário contratar servidores, tendo em vista que haverá no cadastro pessoas disponíveis.
Francisca Aguiar esclareceu que ao contrário do que foi apontado não existe projeto de lei que proíbe concurso público com cadastro de reserva, mas sim concurso que abra vagas somente para cadastro de reserva. Segundo a parlamentar o projeto de lei que tenta proibir essa prática encontra-se no STF e STJ.
Ela fez questão de relembrar o que ocorreu no último concurso público realizado no município, ocorrido no ano de 2005, quando foram preenchidas vagas no cadastro de reserva, e de acordo com a demanda foram sendo lotados servidores, nos mais variados setores.
Francisca Aguiar encerrou ratificando a necessidade do parlamento aprovar o projeto de lei, dizendo que é necessário que os parlamentares desviem as atenções de picuinhas e interesses partidários, focando as reais necessidades do povo.
A parlamentar disse que é preciso que se faça políticas públicas, voltadas em totalidade ao povo, deixando de lado interesses particulares, proferindo ainda a seguinte frase:
“A política é uma arte linda, quando praticada da maneira correta”
Texto: Antenor Ferreira/Edição CN1

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