quarta-feira, 16 de setembro de 2026
De escolas a sistemas de água: Belezinha prepara maratona de inaugurações em Chapadinha
Feira Emaranhadas reúne mulheres em defesa da Amazônia nesta quinta em São Luís
Maranhão reforça proibição de casamentos de menores de 16 anos
José Sarney permanece estável e tem previsão de alta hospitalar
José Sarney continua sob cuidados médicos e acompanhamento da equipe responsável pelo tratamento. A expectativa é que ele receba alta hospitalar nos próximos dias.
O ex-presidente, de 96 anos, foi internado na tarde de domingo (13) com quadro de infecção respiratória, diagnosticada como pneumonia.
José Sarney apresenta boa evolução clínica
De acordo com as informações divulgadas, o estado de saúde de José Sarney é considerado estável, com boa evolução clínica durante o período de internação.
O ex-presidente segue recebendo os cuidados médicos necessários enquanto permanece no hospital. Até o momento, não foi informada uma data específica para a saída da unidade de saúde.
A previsão é que a alta hospitalar ocorra nos próximos dias, caso seja mantida a evolução clínica apresentada até agora.
Chapadinha avança na modernização da iluminação pública e amplia instalação de LED na entrada da cidade; Veja Vídeo
Prefeitura de Chapadinha reforça atendimento oftalmológico com 190 vagas para Mutirão de Glaucoma
Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
O cadastro para participar da ação começa nesta quinta-feira (17), das 14h às 17h, na U.I. Alexandre Costa. Para realizar o cadastro, os interessados deverão apresentar RG, CPF, Cartão do SUS e comprovante de residência.
A iniciativa integra o conjunto de ações desenvolvidas pela gestão da prefeita Ducilene Belezinha para ampliar o acesso da população aos serviços de saúde e fortalecer o atendimento especializado no município.
Com a oferta de novas vagas, o município busca facilitar o acesso dos moradores ao acompanhamento oftalmológico, reforçando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce para a preservação da saúde ocular.
Serviço:
📍 Local: U.I. Alexandre Costa
📅 Cadastro: quinta-feira (17)
⏰ Horário: das 14h às 17h
🎯 Vagas: 190
📄 Documentos: RG, CPF, Cartão do SUS e comprovante de residência
Cuidar da visão também é cuidar da qualidade de vida.
Maioria dos projetos no Congresso ameaçam indígenas, diz pesquisa
Levantamento foi divulgado pelo Conselho Indígena Missionário
Dos 272 projetos que tramitam no Congresso Nacional que afetam diretamente os direitos dos povos indígenas, 146 (54%) são desfavoráveis a essas comunidades tradicionais. Essa é uma das conclusões de um levantamento divulgado, na tarde desta terça (15), pelo Conselho Indígena Missionário (Cimi). 

A avaliação aponta ainda que, dessas propostas consideradas negativas, 125 dizem respeito aos direitos territoriais. Os dados ficaram disponíveis pelo Cimi na plataforma denominada “Congresso Antindígena”.
Aumento
Secretário executivo do Cimi, Luís Ventura. Foto: Cimi/Divulgação
De acordo com o secretário executivo do Cimi, Luís Ventura, os números levantados confirmam que o Congresso tem um comportamento contrário aos direitos constitucionais dos povos indígenas. Essa configuração teve um aumento relevante, segundo ele, nas últimas duas legislaturas.
“Na última legislatura, de 2023 para cá, foram 83 proposições legislativas contrárias aos direitos dos povos indígenas protocoladas na Câmara dos Deputados ou no Senado”, disse em entrevista à Agência Brasil.
Entre as iniciativas negativas para os povos indígenas, o secretário do Cimi cita tentativas de instalar o Marco temporal, de abertura dos territórios à exploração econômica por terceiros, de reduzir as possibilidades de demarcação e até de levar a atribuição da demarcação para o Congresso Nacional e não para o Executivo, que é o que estabelece a Constituição.
O secretário do Cimi acrescenta que há uma intensificação dos votos dos parlamentares contrários aos interesses dos indígenas no país. Por isso, há uma preocupação da entidade com o futuro.
“É evidente que nós estamos preocupados caso o Congresso Nacional não tenha uma reconfiguração. Ao mesmo tempo, nós queremos lançar esta plataforma justamente para colocar esse problema diante da sociedade”.
Votos contrários
A iniciativa do Cimi sistematizou os votos e resultados de 110 votações nominais ocorridas no Senado, na Câmara e em sessões conjuntas do Congresso Nacional nas duas últimas legislaturas, entre janeiro de 2019 e junho de 2026. Foram avaliadas 98 votações de proposições com impacto direto sobre os direitos dos povos indígenas e 12 com impacto indireto.
De um total de 41.391 votos analisados, foram computados 27.965 desfavoráveis aos direitos indígenas (67,6%) e 13.081 favoráveis (31,6%), além de 345 (0,8%) votos considerados neutros, como abstenções.
A plataforma vai permanecer ativa depois das eleições também e passará a expor as ações dos parlamentares ao público. O objetivo é colocar diante da sociedade quais são os partidos políticos, deputados, senadores e bancadas, que, sistematicamente, estão trabalhando contra os direitos constitucionais dos povos indígenas.
Andamento
Ventura explica que uma das questões que a plataforma traz também é que as proposições legislativas contra direitos territoriais têm um andamento mais ágil do que as propostas favoráveis, que são principalmente relacionadas a políticas públicas como educação, saúde, direitos sociais e culturais.
O secretário do Cimi argumenta que a garantia dos direitos constitucionais dos indígenas deve ser pauta de toda a sociedade e não apenas das comunidades tradicionais.
“A proteção aos territórios indígenas gera um resultado evidente para a proteção da biodiversidade. E isso, efetivamente, é algo do qual toda a sociedade se beneficia”.
Outro sentido é a ofensiva contra os direitos dos povos indígenas, que significaria impactos contra direitos fundamentais da Constituição. “Quando se atinge um direito fundamental, outros podem ser atingidos da mesma forma”.
Esses impactos gerados pelo Congresso, na avaliação do Cimi, estão espalhados por todas as regiões. “O resultado final deste comportamento do Congresso Nacional é que, de um lado, as demarcações de terras indígenas são travadas, e, por outro lado, os territórios vão ser abertos à exploração econômica”.
Não haver demarcação dos territórios elevaria, nessa concepção, a chance de violência direta contra os povos indígenas. “Isso não pode ser naturalizado pela sociedade brasileira. E, para não ser naturalizado, a gente precisa transformar esse congresso que está aí”.
Ameaça no Jequitinhonha
A cerca de mil quilômetros do Congresso Nacional, a liderança indígena Cleonice Pankararu, de 59 anos, está bastante preocupada com as decisões dos parlamentares em Brasília. Ela vive em uma pequena comunidade (de 30 famílias) chamada Aldeia Cinta Vermelha de Jundiba, na área rural de Araçuaí (MG), no Vale do Jequitinhonha.
Ela relata sofrer ameaças por conta da busca por direitos e ao denunciar a exploração de minérios na região, particularmente o lítio. Inclusive, em 2023, foi até a sede da ONU, em Genebra (Suíça), para relatar as dificuldades e a violência.
Atualmente, Cleonice tem sido atendida por programa de proteção.
“O nosso território ainda precisa ser demarcado e nós estamos correndo risco devido aos grandes empreendimentos na região”, explicou, em entrevista por telefone. “Sabemos que a maioria dos deputados e senadores não estão preocupados com os povos indígenas”.
No dia a dia, Cleonice lamenta que, além dos riscos à segurança, os filhos e netos não têm a vida que ela teve na infância. Banhar-se no rio Jequitinhonha e admirar os animais na mata na confluência de Cerrado e Caatinga. Com o desmatamento provocado por empresas e grileiros, tudo está diferente. “Tinha mata, frutas, rio limpo e muito peixe. A gente não pesca mais”
A monocultura do eucalipto nesta região semiárida sofreu impacto, segundo explica. Pequi e mangaba desapareceram. Até as plantas medicinais que a comunidade utilizava sumiram. “A gente precisa estar atento e denunciar”.
Luiz Claudio Ferreira /Agência Brasil
Jovem é preso suspeito de tentar incendiar casa da ex-companheira em Aldeias Altas no Maranhão
Foto: Divulgação/Maps
Bolão de São Luís acerta 15 dezenas e leva prêmio de R$ 4,48 milhões na Lotofácil da Independência
Xeque-Mate debate futuro de Alexandre de Moraes e do STF em análise jurídica e política
Entenda: STF encerra sessão sem definir casos sobre Moraes e Mendonça
O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a sessão dessa terça-feira (15) sem definir se o ministro Alexandre de Moraes pode ser investigado pela suposta relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Pelas regras internas da Corte, o ministro Flávio Dino, que pediu vista do caso, tem prazo de 90 dias para devolver a questão para julgamento.
O impasse entre os ministros ocorreu pela discordância sobre o rito que seria adotado no julgamento. Inicialmente, somente o caso de Moraes foi pautado pelo presidente da Corte, Edson Fachin. A análise das suspeitas contra André Mendonça estava marcada para a sessão do dia 23 de setembro.
Durante a sessão, os ministros ligados à ala de Moraes defenderam que a relação com Vorcaro deveria ser analisada em conjunto com as supostas irregularidades atribuídas ao ministro André Mendonça, antigo relator do caso, ao solicitar ao plenário a investigação.
Pelo entendimento, o mesmo rito deveria ser adotado nos dois casos. Dessa forma, o ministro Gilmar Mendes levantou uma questão de ordem para incluir a análise das supostas irregularidades contra André Mendonça.
A questão foi colocada em julgamento, mas não chegou a ser finalizada porque Dino pediu vista do processo após o bate-boca entre Gilmar Mendes e Mendonça. O placar parcial ficou em 4 votos a 3.
Mendonça
O ministro André Mendonça, antigo relator do caso Master, é acusado por Alexandre de Moraes de atuar de forma parcial na condução das investigações para incriminá-lo.
Além disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) diz que Mendonça investigou Moraes ilegalmente ao determinar o aprofundamento da apuração sobre o caso Master para esmiuçar as conversas envolvendo o ministro e o ex-banqueiro.
No entendimento da procuradoria, o aprofundamento da apuração só poderia ocorrer após autorização do plenário da Corte.
Moraes
O caso Moraes veio à tona no dia 1º de setembro, quando André Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal e encaminhou as conversas para Fachin.
A investigação aponta que Vorcaro trocou cerca de 50 mensagens com número atribuído a Alexandre de Moraes antes de ser preso, em 17 de novembro do ano passado.
Para Moraes, o colega tomou a atitude por motivação político-eleitoral. “Porque está a serviço de um grupo político que tentou dar um golpe neste país”, acusou, referindo-se à ligação entre Mendonça e o ex-presidente Jair Bolsonaro, que o indicou para o cargo.
Em defesa apresentada na madrugada de terça, horas antes da sessão extraordinária, o ministro negou ter cometido qualquer tipo de irregularidade e classificou o relatório que contém supostas mensagens enviadas pelo ex-banqueiro a ele como inconstitucional e ilegal.
André Richter / Agência Brasil
Aluizio Santos intensifica campanha e reforça articulação política em Chapadinha e região
Por Luiz Carlos Jr;/Portal CN1
Orleans Brandão lidera pesquisa para o Governo do Maranhão em Tuntum, São Bento e Balsas
Em Tuntum, o candidato aparece com 58,3% das intenções de voto, seguido por Eduardo Braide, com 21,1%, e Felipe Camarão, com 2,3%. Em São Bento, Orleans registra 40%, enquanto Braide aparece com 38,9% e Camarão com 3,7%. Já em Balsas, Orleans tem 27,4%, seguido por Braide, com 23,1%, e Roberto Rocha, com 22,9%.
Os três levantamentos ouviram 350 eleitores em cada município, com margem de erro de 5,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Em Tuntum e São Bento, as entrevistas foram realizadas entre 7 e 11 de setembro; em Balsas, entre 9 e 13 de setembro.
As pesquisas estão registradas no TSE sob os protocolos MA-05780/2026, MA-09100/2026 e MA-06655/2026, respectivamente. Os números representam um retrato das intenções de voto nos períodos em que as entrevistas foram realizadas e estão sujeitos à margem de erro.
terça-feira, 15 de setembro de 2026
Prefeitura de Chapadinha esclarece caso de paciente nas redes sociais e garante suporte para tratamento em São Luís
Município informa que oferece transporte, hospedagem e alimentação por meio do TFD e da Casa de Apoio, além de destacar que a cirurgia cardíaca já foi solicitada pelo hospital de referência.
Portal CN1 News
O Município tem assegurado o suporte necessário para a continuidade do tratamento em São Luís, incluindo transporte, hospedagem e alimentação por meio do TFD e da Casa de Apoio.
Também é importante esclarecer que houve um período de interrupção do acompanhamento por parte da família, e a paciente somente retornou ao tratamento neste ano. A cirurgia cardíaca indicada já foi solicitada pelo hospital de referência, mas sua realização depende da continuidade e regularidade do acompanhamento médico.
A Prefeitura de Chapadinha segue fazendo a sua parte, garantindo assistência e suporte para que a paciente tenha acesso ao tratamento adequado.
Confira a nota completa.
sábado, 12 de setembro de 2026
Prefeitura de Chapadinha decreta ponto facultativo na segunda e feriado municipal de Nossa Senhora das Dores na terça-feira
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Gestão Belezinha transforma acessos na zona rural de Chapadinha com novas pontes e mais segurança para as comunidades; Veja Vídeo
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, determinou, nesta sexta-feira (11), a liberação total do sigilo dos processos ligados ao Caso Master. A decisão abrange todos os procedimentos vinculados à Operação Compliance Zero, que apura o esquema.

Fachin também deu um prazo de 24 horas para que o ministro André Mendonça, relator do caso, envie a íntegra dos autos à Presidência do STF e aos gabinetes dos demais ministros.
O pedido para retirada de sigilo dos documentos do Master partiu do vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, que alertou para uma falha na lista de processos liberados anteriormente por Mendonça.
Segundo a Procuradoria, boa parte dos procedimentos ligados à investigação mais ampla havia ficado de fora do levantamento de sigilo, o que poderia comprometer a transparência anunciada pelo relator e criar tratamento desigual entre casos com a mesma repercussão.
Ao acolher o pedido, Fachin manteve em sigilo apenas as diligências ainda em andamento, cuja divulgação imediata poderia prejudicar a efetividade das investigações.
O ministro Cristiano Zanin também pediu a Fachin que disponibilize, no mesmo HD, o material de uma perícia em um iPhone apreendido, por entender que o aparelho já estaria incluído no levantamento de sigilo. Em resposta, Fachin determinou que o ofício seja anexado ao processo e solicitou informações a Mendonça sobre o pedido.
Pedro Lacerda/ Rádio Nacional/radioagência
Ultrapassagem irregular entrega motorista e leva PRF a encontrar dois fuzis escondidos em compartimento oculto na BR-226, no Maranhão
Semana do Pescado: campanha quer ampliar consumo de peixes
Iniciativa quer criar o hábito de consumir ao menos uma vez por semana
Até o dia até 15 de setembro, acontece a Semana do Pescado 2026, que incentiva o consumo de peixes, crustáceos e moluscos em todo o Brasil. A iniciativa do Ministério da Pesca e Aquicultura também estimula o empreendedorismo pesqueiro.

A campanha propõe que as pessoas criem o hábito de incluir o consumo dos pescados ao menos uma vez por semana nas refeições. A proposta está estruturada em quatro eixos: saúde, curiosidade, prazer e hábito. A ideia é abordar o pescado tanto pelo seu valor nutricional quanto pela variedade.
Participam da Semana diversas instituições, como a Confederação Nacional da Indústria, a Confederação Nacional do Comércio, a Associação Brasileira de Supermercados e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.
O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, fala sobre a importância de aumentar o consumo de pescados no país.
“Nós precisamos universalizar o consumo do pescado no Brasil. O setor produtivo está muito organizado: são pescadores, pescadoras, armadores, aquicultores, feiras e empresas que envolvem essa cadeia. O pescado brasileiro, ele precisa estar no centro da mesa da população brasileira. Além disso, que a nossa população possa consumir o pescado, que é a proteína que menos impacta o meio ambiente”.
A Campanha reúne ações relacionadas à alimentação, diversificação de espécies e preparos, à gastronomia e à formação de hábitos de consumo. Entre elas está a iniciativa “Sexta é dia de peixe”, que pretende associar o consumo de pescado a este dia específico da semana como forma de estimular sua inclusão regular na alimentação.
Outra frente envolve a distribuição de fichas informativas em peixarias e mercados, com dados para auxiliar na escolha do produto e ampliar o conhecimento do consumidor sobre os diferentes tipos de pescado.
Além disso, está prevista a elaboração de um guia alimentar, com participação de pesquisadores e parceria com a área da saúde.
A programação prevê ainda apoio a eventos gastronômicos relacionados à cultura local, para aproximar o consumo de pescado das tradições culinárias de diferentes regiões. Entre os exemplos indicados estão o tambaqui, relacionado à culinária da Região Norte, a tainha, em Santa Catarina, e a anchova, no Rio Grande do Sul.
Carolina Pessôa /Rádio Nacional
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