Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
Crescimento do PIB fará país ultrapassar Itália e Rússia
O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, deixando para trás Rússia e Itália. 

A projeção faz parte do documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro alcançará US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem.
Em 2026, o país termina na décima posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões.
Para 2027, a lista mantém os Estados Unidos como maior potência econômica, seguida pela China.
Confira o Top 10 das economias mundiais, segundo a projeção do FMI, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas.
A última vez em que o Brasil ficou no oitavo lugar foi em 2017. De acordo com a estimativa do FMI, o país segue na oitava posição até 2031, último ano projetado.
A melhor posição já ocupada pelo Brasil no ranking global de PIB foi a sétima posição, alcançada em 1995 e de 2010 a 2014.
Um dos destaques da previsão do FMI é a Índia, que salta do sexto para o quarto lugar e ultrapassa Reino Unido e Japão. Em 2031, a Índia deve tomar o terceiro lugar, da Alemanha.
Estados Unidos e China devem ocupar os dois primeiros lugares do ranking, nesta ordem, até 2031.
O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.
O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria.
Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.
Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.
O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.
Bruno de Freitas Moura / Agência Brasil
Em sessão solene do Congresso Nacional, foi promulgada nesta sexta-feira (16) a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6x1) e prevê a escala 5x2, com duas folgas por semana. Com isso, a partir de 15 de dezembro de 2026, a nova jornada entra em vigor em todo país, considerando o período de transição de 60 dias estabelecido na lei. 

A emenda também incluiu uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses. Após 60 dias, a redução já deverá ser de duas horas semanais. Confira os prazos:
No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço. Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.
Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, apenas mediante pagamento de hora-extra.
O texto permite, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5x2.
Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.
Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6x1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês.
Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.
A regra de transição para os trabalhadores terceirizados do poder público é diferente, sob o argumento de “evitar riscos de descontinuidade na prestação de serviços públicos essenciais executados mediante terceirização”.
As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após a promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6x1 dos empregados.
A legislação ainda que a redução da jornada diária não se aplicará aos empregados com diploma de nível superior com remuneração mensal igual ou superior a 2,5 vezes o limite máximo dos benefícios do INSS. Atualmente, essa conta dá R$ 21.188,87.
Nesses casos, a redução da jornada só ocorrerá por liberalidade do empregador (quando é concedido sem obrigação legal) ou se estiver prevista em acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto, contudo, determina a realização da escala 5x2 nestes casos.
Agência Brasil
PEC foi aprovada no Senado na quarta por 75 votos contra 1
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6x1) e prevê a escala 5x2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão.
O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”.
“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”
Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”.
“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6x1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”.
Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta.
Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil.
“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda histórica dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6x1.
A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.
>> Clique aqui e entenda a PEC
O texto permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. O número de folgas remuneradas, no entanto, deve ser mantido em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.
A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5x2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.
A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.
A implementação da redução da jornada de 44 para 40 horas terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.
Para todos os demais trabalhadores, as empresas terão que garantir a escala 5x2 em até 60 dias, contados a partir de hoje, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.
Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.
No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço.
Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.
Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, é necessário pagamento de hora-extra.
Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6x1:
A Emenda Constitucional permite ainda, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5x2.
Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.
Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6x1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.
Em outro parágrafo, a Emenda permite que uma lei posterior pode prever regimes diferentes para duração do trabalho e dias de repouso, desde que respeitados os limites de 40 horas semanais e dois dias de repouso remunerado por semana.
As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6x1 dos empregados.
A nova jornada passará a valer no momento da formalização do aditamento do contrato das empresas com o Poder Público. Porém, os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.
Lucas Pordeus León / Agência Brasil
Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
Os presos deveriam ter retornado às unidades até as 18h de terça-feira (13). Segundo a Seap, os 26 que descumpriram o prazo são considerados foragidos da Justiça e estão sujeitos à regressão de regime, além de outras sanções previstas em lei.
Ao todo, a Justiça autorizou a saída temporária de 736 presos da Grande São Luís. No entanto, segundo a Seap, 702 internos efetivamente deixaram os estabelecimentos prisionais.
A saída foi autorizada pela juíza Joelma Santos, titular da 3ª Vara de Execuções Penais (VEP) de São Luís, por meio da Portaria nº 3635/2026. Os beneficiados puderam deixar as unidades a partir das 9h de quarta-feira (7).
Fonte: g1 MA
A comissão tem como objetivo garantir que a equipe do governador eleito tenha acesso a informações sobre o funcionamento dos órgãos estaduais e possa preparar as medidas iniciais da nova gestão. Conforme a portaria, os órgãos e entidades estaduais deverão encaminhar à Secretaria-Geral da Governadoria, no prazo máximo de dez dias a partir da constituição da comissão, os documentos e dados previstos na legislação.
A secretaria ficará responsável por consolidar as informações e repassá-las à equipe de transição. Do lado de Braide, a coordenação ficará sob responsabilidade da atual secretária de Educação de São Luís, Carol Marques Salgado, com a participação de José Azzolini, Simão Cirineu, Silvana Santos, Manuela Oliveira Fernandes e David Col Debella, todos com experiência na gestão municipal do prefeito eleito.
Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
Devastação alcançou 693 mil hectares entre 1985 e 2025
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência BrasilA Amazônia registrou o menor nível de desmatamento em 2025, quando a área devastada somou 693 mil hectares – número mais baixo nos últimos em 41 anos. O dado faz parte da Coleção 11 do MapBiomas, que reúne informações sobre cobertura e uso da terra do Brasil entre 1985 e 2025.


No período analisado, o tipo de vegetação mais afetado pelo desmatamento foi a formação florestal, que perdeu 49,7 milhões de hectares (menos 14,8%).
De acordo com o levantamento, o avanço da agropecuária sobre o bioma Amazônia foi intenso nos territórios próximos às áreas protegidas como Unidades de Conservação, Terras Indígenas e Quilombolas. Em 2025, a atividade já ocupava 30,5% do total dessas áreas.
A proximidade das estradas às áreas protegidas também representa uma pressão aos locais onde a vegetação nativa responde por 98%. O estudo mostrou que as áreas mais próximas às vias também são as mais ocupadas pela agropecuária.
De forma geral, a agropecuária fechou 2025 ocupando 15,5% do território da Amazônia, em uma área de 65,3 milhões de hectares. Desse total, 50,8 milhões de hectares, 12% do bioma, são de pastagem da pecuária. Outros 8,6 milhões de hectares são de agricultura, que corresponde a 2% do território da Amazônia.
A mineração ocupa, em 2025, 440 mil hectares no bioma. No início da série histórica eram 32 mil hectares, resultando na ocupação de uma área 14 vezes maior em 41 anos.
O estudo cruzou os dados da coleção 11 do MapBiomas com as vias mapeadas a partir das bases de estradas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e as informações adquiridas pelo OpenStreetMap.
O total de 618 mil km de vias considera também as que não fazem parte da malha rodoviária oficial.
Agência Brasil
Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
Equipes já abriram 120 procedimentos para apurar condutas criminosas
As equipes da força-tarefa que atuam no combate aos incêndios que atingem o Amazonas já abriram, até o momento, 120 Termos Circunstanciados de Ocorrência, procedimentos investigatórios que servem para apurar possíveis condutas criminosas.

Durante entrevista coletiva em Manaus nesta quarta-feira (14), o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, voltou a afirmar que os focos de incêndio tiveram como origem ação humana e garantiu investigação para identificar os responsáveis.
“Vamos iniciar uma ação forte de investigação para identificar quem está operando esse conjunto enorme de incêndios e verificar se há uma organização por trás disso. E vamos punir aqueles que forem identificados de forma exemplar para que não fique na região uma sensação de impunidade", disse.
As investigações estão a cargo das polícias Federal, Rodoviária Federal e Polícia Civil do Amazonas, atuando com outras forças de segurança. O ministro lembrou de situações similares de incêndios criminosos ocorridos em 2024, quando houve o chamado “Dia do fogo”, quando foram registrados mais de dois mil incêndios simultâneos, em São Paulo e no Pará.
“Existe uma suspeita de ação organizada. Por isso, além de todos os que estão aqui, todas as investigações, também temos a participação da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, para verificar se está se repetindo aqui o que ocorreu em outro momento no chamado ‘Dia do Fogo”, completou.
Os responsáveis por provocar incêndios florestais estão sujeitos a multas administrativas de R$ 5 mil a R$ 10 mil por hectare ou fração, conforme o enquadramento da infração, além do embargo das áreas atingidas, apreensão de equipamentos e responsabilização criminal, que poderá resultar em prisão.
Os incêndios no Amazonas têm gerado enormes nuvens de fumaça e diversas cidades do estado tiveram que suspender atividades. Em Manaus, a situação crítica na qualidade do ar levou à suspensão das aulas presenciais na rede municipal de ensino, em unidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e no campus Manaus Zona Leste do Instituto Federal do Amazonas (Ifam).
"A população de Manaus foi tremendamente prejudicada e está sendo tremendamente prejudicada. Há uma destruição ambiental em curso e nós precisamos punir os responsáveis porque são incêndios criminosos”, afirmou.
Capobianco também falou sobre o reforço nas equipes que atuam no combate às queimadas e disse que já há uma redução perceptível nos incêndios, mas que ainda é cedo “para comemorar”.
“Nós temos dados positivos. Não podemos comemorar, porque ainda temos uma situação grave, ainda tem muita fumaça, mas houve uma redução nos eventos de queimadas e de incêndios. Portanto, nós temos um movimento positivo e há um indicativo de redução de novos focos”, afirmou.
Questionado a respeito da fumaça em Manaus, o ministro afirmou que a expectativa é que a qualidade do ar melhore nos próximos dias, mas que a situação depende dos ventos da região.
“Há uma certa convergência de forças de ventos para a região de Manaus. É um fenômeno meteorológico sobre o qual nós não temos controle. Nós estamos combatendo intensamente, reduzimos muito os incêndios mais próximos da capital. Mas nós ainda temos incêndios mais distantes, que estão trazendo fumaça para Manaus. Nós esperamos que isso possa reduzir”, disse.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), desde o início da temporada de incêndios florestais, já foram extintos 292 incêndios no Amazonas, mas que ainda há outros 08 incêndios ativos no estado.
O governo Federal disponibilizou 11 aeronaves para as operações no Amazonas, das quais seis são utilizadas no combate direto aos incêndios florestais, com capacidade para lançamentos rápidos de água.
Também foi enviado para o estado um avião KC-390, empregado no lançamento de água em grandes volumes; três helicópteros para lançamento de água e transporte de brigadistas e equipamento, especialmente úteis em áreas de difícil acesso; e uma aeronave Caravan para apoio logístico.
Além disso, 290 brigadistas já atuam em campo e outros 40 brigadistas federais estão em deslocamento para reforçar as operações de combate aos incêndios florestais na região.
No domingo (11), Capobianco e o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, sobrevoaram o estado e identificaram a presença de fogo em áreas florestais de difícil acesso.
Luciano Nascimento / Agência Brasil
Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
A programação promete reunir participantes em uma manhã de atividade física, mobilização e incentivo aos cuidados com a saúde feminina, reforçando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
As inscrições seguem abertas até 22 de outubro, por meio do formulário on-line: Clique Aqui e acesse o link . As 70 primeiras pessoas inscritas receberão a camisa oficial do evento.
O II Pedal Rosa é uma realização da Prefeitura de Chapadinha, por meio das Secretarias Municipais de Saúde e da Mulher, e busca ampliar a conscientização da população sobre a importância de cuidar da saúde e fortalecer as ações de prevenção.
A iniciativa integra a mobilização do Outubro Rosa, campanha dedicada à conscientização sobre o câncer de mama e ao incentivo à prevenção e ao diagnóstico precoce.
Leia Também: Belezinha transforma a realidade do povoado Cipó com escola nova, quadra poliesportiva e poço artesiano; Veja Vídeo
Portal CN1 News, com informações da PRF/MA
Foto: Divulgação/PRFA operação reforçou a fiscalização durante o feriado, com o objetivo de prevenir acidentes, combater crimes e conscientizar os motoristas sobre a importância de respeitar as normas de trânsito.
Durante os quatro dias de ações, os policiais realizaram 3.483 procedimentos de fiscalização de pessoas e 2.883 de veículos, além de 1.215 testes de alcoolemia. O monitoramento por radares flagrou 501 veículos circulando acima dos limites de velocidade permitidos.
Entre as demais infrações identificadas, foram registradas 109 ultrapassagens em faixa contínua, 125 ocorrências envolvendo condutores ou passageiros de motocicletas sem capacete, 25 recusas ao teste do bafômetro e 49 casos de pessoas sem cinto de segurança. Também foram constatadas 18 situações de transporte de crianças sem o dispositivo de retenção adequado.
Combate à criminalidade
No enfrentamento aos crimes nas rodovias federais, a PRF recuperou cinco veículos nos municípios de Barra do Corda, Imperatriz, Açailândia, Codó e São Luís.
Um dos principais resultados da operação foi a apreensão de 152 quilos de cloridrato de cocaína na BR-135, em São Luís. A ocorrência foi registrada durante uma ação integrada entre equipes da PRF do Maranhão e do Ceará e a Polícia Militar do Maranhão.
O motorista, o veículo e a droga foram encaminhados à Polícia Judiciária para os procedimentos legais cabíveis.
Apoio à caminhada religiosa
Além das atividades de fiscalização, a PRF prestou apoio à IX Caminhada de Nossa Senhora Aparecida, organizada pela Diocese de Grajaú no dia 12 de outubro.
A ação ocorreu das 4h às 8h, em um trecho da BR-135 entre Presidente Dutra e o povoado Pitombeira, com a participação da Guarda Municipal de Presidente Dutra. As equipes acompanharam o percurso para garantir a segurança dos participantes e dos demais usuários da rodovia.
O balanço reúne os resultados das ações de fiscalização, prevenção de acidentes e combate à criminalidade realizadas pela PRF durante o feriado no Maranhão.
Uma mulher de 42 anos, identificada como Francidalva Marques Lima, morreu após um carro capotar na MA-034, no trecho entre o município de Coelho Neto e o povoado Descanso, na zona rural de Caxias, no Maranhão.
Segundo informações da Polícia Militar (PM), a vítima estava no veículo com a irmã, que dirigia o carro, e crianças, entre elas a filha de Francidalva, de apenas cinco meses.
A família seguia em direção a um balneário da região quando, segundo a PM, a motorista teria perdido o controle da direção, provocando o capotamento do veículo.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 11h, após moradores informarem que havia um corpo às margens da rodovia. Francidalva não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Os demais ocupantes do carro foram socorridos e encaminhados a um hospital em Caxias. Segundo as informações repassadas, os sobreviventes foram avaliados pela equipe médica, apresentam estado de saúde estável e estão fora de perigo.
O corpo de Francidalva foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Timon, onde passaria por exames periciais. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas pelas autoridades.
Fonte: g1 MA
No acumulado do primeiro semestre, a economia estadual registrou expansão de 4,2% em relação aos seis primeiros meses do ano passado. Já na comparação entre o segundo e o primeiro trimestre de 2026, o avanço foi de 0,2%, abaixo dos resultados do Nordeste (0,7%) e do Brasil (0,5%). A agropecuária e a indústria foram os principais destaques do desempenho estadual.
A agropecuária cresceu 9,1% no segundo trimestre, impulsionada pela produção de grãos, com destaque para sorgo, algodão, feijão e milho, além de tomate e amendoim. A indústria avançou 6,8%, acima das médias nacional e regional, ambas de 1,5%. No acumulado do ano, as indústrias de transformação cresceram 15,2%, o segmento de água, esgoto e energia avançou 15,1%, as indústrias extrativas tiveram alta de 10,6% e a construção cresceu 5,6%.
O setor de serviços apresentou expansão mais moderada, de 1,3%, abaixo do Nordeste (2,4%) e do Brasil (1,5%). Entre as atividades com resultados negativos estão informação e comunicação, com queda de 4,9%, transportes, com recuo de 2,4%, e administração pública, com redução de 0,3%. Segundo o presidente do Imesc, Dionatan Silva Carvalho, o desempenho da agropecuária e da indústria teve papel fundamental no crescimento da economia maranhense no período.
Por Luiz Carlos Jr./Portal CN1
Com trabalho e planejamento, a gestão da prefeita Belezinha segue ampliando os investimentos na zona rural, levando serviços, infraestrutura e novas oportunidades para quem vive nessas localidades.
Leia Também: Asfalto avança na Cohab e Belezinha trabalha para deixar mais um bairro de Chapadinha 100% pavimentado; Veja Vídeo