terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Tá danado! Balequinho rompe com mais um padrinho político

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Do jeito que a coisa anda, fica até difícil alguém querer apadrinhar politicamente nosso presidente da Câmara Municipal, Nonato Baleco (PDT), que vem desenvolvendo forte vocação para trair quem o “carrega nas costas”.

Por Blog do William e Blog CN1/Luis Carlos Jr. 



Depois de ter sido eleito às custas de considerável apoio do ex-deputado Pontes de Aguiar e do seu filho, Levi Pontes, Balequinho chegou à presidência da Câmara e, mal sentou na cadeira central da Mesa Diretora do Palácio Legislativo, emancipou-se de seus padrinhos, ou seja, daqueles que, sem a ajuda dos quais sua eleição para a Câmara seria muito difícil, uma vez que conseguiu a vaga na “bacia das almas”, ficando com a última vaga entre os 15 eleitos.

Como é do conhecimento de todos, Levi tem pretensões de lutar por uma vaga na Assembléia Legislativa do MA nas próximas eleições, conforme noticiário político nos blogs. Ocorre que Baleco também tem as mesmas pretensões, daí o rompimento. É de se imaginar que, por motivos óbvios, Levi e Pontes de Aguiar não bateram palmas para esta decisão, considerada por muitos, uma traição.


 Como se não bastasse deixar de lado a gratidão àqueles que encaminharam sua eleição, surge nos bastidores informação de que Baleco acaba de romper com outro padrinho forte, o prefeito de Coelho Neto-MA, Soliney Silva (PRTB), com quem tem (ou tinha até então), um estreito relacionamento e com quem trabalhou durante os anos em que esteve em Coelho Neto. Foi até secretário de governo de Soliney. A tira-colo, Baleco trouxe o vice-prefeito de Soliney, Sérgio Guanabara  (PSD), que declarou apoio à sua candidatura. 


Para quem não sabe, Sérgio Guanabara já foi presopela PF, na Operação Rapina, juntamente com uma quadrilha especializada no desvio de verbas públicas. Guanabara  é suspeito de envolvimento no esquema do bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e foi citado na Operação Monte Carlos, da Polícia Federal, como sócio de uma empresa que opera no esquema ilícito.
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